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Estratégias para a sua Mudança de Hábito. |
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Muitas vezes a necessidade de mudar vem de fora, quer seja no plano profissional ou pessoal. Por exemplo, quando você perde o emprego ou quando seu(sua) namorado(a) lhe comunica que está tudo terminado. Noutras vezes, a necessidade é interior: você quer emagrecer, quer se realizar profissionalmente ou quer parar de fumar. Uma coisa é certa: quando você se acomoda por preguiça, medo ou indecisão, perde a possibilidade de viver com tudo o que tem direito. Mas quando tem a coragem para mudar, é recompensado pela existência. Por isso, faça uma boa reflexão sobre as suas aspirações mais profundas, seus sonhos e talentos, que lhe darão a direção a seguir, e crie estratégias para efetivar as necessárias mudanças. Importante também é fortalecer a auto-estima, a vontade, a clareza mental e a disciplina para que a mudança seja feita com inteligência e qualidade.
Dicas para a sua mudança de hábito:
A necessidade da mudança: Faça uma lista de tudo o que você não quer mais para a sua vida, tudo o que lhe faz mal, o que não lhe serve, o que você não agüenta mais.
O que impede a mudança? Faça um mea culpa detectando os comportamentos que lhe impedem as mudanças: acomodação, medo, indecisão, preocupação com a opinião dos outros a seu respeito, etc
O que você realmente quer? Consulte o seu coração e faça uma lista do que você realmente quer para a sua vida. Quais são os seus sonhos e suas aspirações para uma vida melhor.
A direção da mudança: Você quer mudar, não agüenta mais a situação que está vivendo, mas deve tomar cuidado para aonde vai. No desespero de causa, não faça qualquer mudança. Use o seu lado mais sábio para determinar qual a direção a seguir.
Detectando o seu talento:Os nossos verdadeiros talentos nos são revelados insistentemente, basta que tenhamos a sensibilidade para reconhecê-los. Mas, isto se torna possível, somente quando você tem a coragem de experimentar na prática o que está na sua cabeça, nos seus planos.
Sonhe, mas com os pés no chão: Sonhar é bom, mas o melhor é quando os sonhos podem se tornar uma realidade. Por isto, tenha o bom senso de escolher metas viáveis.
Fé e compromisso: Sabendo qual é a direção de sua mudança, é preciso tomar uma decisão e comprometer-se com ela. Com ceticismo você não vai a lugar nenhum. Impossível é uma palavra usada por aqueles que não tem fé.
Criatividade: Para vencer os obstáculos é preciso ter uma mente criativa. Se você não consegue atingir seus objetivos de uma forma, tente de outra, de outra e de outra.
Estratégias para a mudança: Tendo a clareza para aonde você quer ir, é preciso usar toda a sua energia concentrada para alcançar o que deseja. Para isso, estabeleça os passos que devem ser dados para chegar lá.
Base financeira para a mudança: Para que você efetive as suas mudanças, muitas vezes é preciso que esteja bem resolvido financeiramente. Abra uma poupança com o nome de cada um de seus sonhos. Assim, você cria uma base para concretizar as suas mudanças.
Da inércia à ação:Tudo está na importância que você dá à sua própria vida. Você não quer viver de qualquer forma, empurrando as decisões com a barriga. Arregaça as mangas e faz tudo o que pode ser feito para viver melhor.
O desapego: Muitas vezes as suas mãos ficam ocupadas com aquilo que não lhe serve mais, sentindo-se frustrado. Enquanto você for apegado, deixa de experimentar outros aspectos da vida, deixa de ser uma pessoa mais ampla e possivelmente mais realizada e feliz.
Garra para mudar: Chega uma hora que você já sabe o que deve fazer para mudar, mas sente que não tem a energia suficiente para isto. Neste momento deve buscar dentro de si a força necessária. Neste sentido existem algumas meditações que podem lhe ajudar. Saindo da posição de vítima para ser dono de si mesmo. Nós fomos condicionados para acreditar que somos vítimas e que existem carrascos. "O mal sempre está fora de nós". Com este pensamento nos tornamos irresponsáveis por nós mesmos. Para que você evolua e se torne uma pessoa melhor é fundamental que tenha a humildade de olhar para os seus próprios defeitos. Só assim poderá sair dos círculos viciosos de sua vida e comprometer-se com seu próprio crescimento pessoal. Portanto, o caminho é tornar-se senhor(a) de si mesmo.
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Comprometa-se com você mesmo: |
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Uma coisa é você fazer terapia e ir à igreja, outra é o que você faz quando sai de lá. Uma coisa é você descobrir o que quer e o que não quer para a sua vida, outra é colocar isto em prática. Se você precisa de uma boa dose de coragem para se encarar, agora precisa de mais coragem ainda para fazer aquilo que diz acreditar.
Sem um projeto você não constrói uma boa casa, sem um mapa você não chega ao local desejado. Por isso é fundamental que você faça uma boa reflexão sobre os rumos que quer dar à sua vida, mas saiba que concretizar sua vontade dá muita mão de obra.
Se você está convicto da direção que quer dar à sua vida, fica muito mais fácil ultrapassar as dificuldades naturais que se colocam entre você e suas metas.
Por exemplo, você chega à conclusão de que não agüenta mais o trânsito que enfrenta todos os dias no deslocamento entre sua casa e o trabalho. Não quer mais isto para a sua vida. Na seqüência, conclui também que deveria morar no mesmo bairro em que trabalha, para que possa fazer o trajeto a pé. Quer dizer, para sair da boa intenção e fazer com que isto seja uma realidade, é necessário muito comprometimento. Talvez você precise vender sua propriedade atual, pode ser que você tenha que fazer uma poupança ou mesmo organizar certos documentos necessários para obter um financiamento. Conheço muita gente que nem gosta de se questionar sobre a vida pois sabe que, provavelmente, encontrará muitos assuntos a serem resolvidos e isto também significa muito trabalho.
Algumas pessoas acreditam que o bom relacionamento cai do céu, que é uma questão de sorte encontrar o homem ou a mulher da sua vida. A propaganda que se faz da cara metade, da alma gêmea ou do par perfeito ajuda a encobrir o fato de que cada um tem o amor que merece. A única possibilidade neste sentido é aumentarmos nossas habilidades para relacionamentos de qualidade.
O sentimento de realização não tem preço, mas para isso precisamos arregaçar as mangas e fazer o que deve ser feito, passando por cima da procrastinação, da indolência ou do medo de ser feliz.
O mais comum é vermos pessoas que falam uma coisa e fazem outra. Prometem muito e não oferecem nada. É bonito ver alguém que se compromete com o que fala, mostrando a sua integridade e caráter. As pessoas bem sucedidas não acreditam nas dificuldades, não acreditam em caras feias, não acreditam no mal. Elas simplesmente se conectam com seus princípios mais elevados e vão em frente. O que faz a diferença é você resolver aquilo que a maior parte das pessoas tem medo ou preguiça de encarar.
Conclusão: Para que você aproveite o melhor de si e se relacione bem com os outros é fundamental que assuma o compromisso de ser você mesmo. Isto significa que entre responder a expectativas externas e obedecer ao que sua alma quer, você faz a segunda opção. |
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Tempos Modernos: Tempos de Escolhas |
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Vivemos em tempo modernos. Viver em tempos modernos certamente não é tarefa das mais simples ou tranqüilas. Viver em tempos modernos é viver sem tempo. Corremos o dia inteiro, trabalhando, estudando, cuidando da casa, dos filhos, da conta bancária, das compras, etc.
No fim do dia, muitas vezes lembramos que esquecemos alguma coisa, algo importante, o dia foi curto, o tempo foi pouco... Fizemos muito, mas não foi o bastante. Ou talvez não fizemos o que realmente era importante fazer... Que sensação estranha é essa de nunca ser o suficiente, nunca ser o bastante... Que insatisfação, que frustração, que angústia...
Com certeza viver em tempos modernos não é fácil! Exige de nós uma capacidade que não temos certeza de possuir. Exige esforço, determinação, desprendimento, maturidade e, sobretudo, capacidade de fazer escolhas. Desde pequenos somos obrigados a fazer escolhas. Essa é uma tarefa nada fácil pois cada vez que apontamos para uma alternativa, temos que esquecer a outra.
Às vezes recorremos ao uni-duni-tê, salamê-mingüê, ou ao mamãe mandou eu escolher essa daqui, na esperança de contar com a sorte e acertar. Ou talvez para não ter que pensar tanto... Ou talvez para não ter que assumir uma escolha que, por fim, se mostra menos acertada. Mas de qualquer forma a escolha é nossa, não importa como escolhemos, continua sendo nossa. Nossa vida, nossas escolhas... Aprendemos com cada escolha que fazemos, com cada acerto, com cada erro... Viver é fazer escolhas, é aprender, é crescer.
Não podemos ter certeza de qual escolha é a mais acertada, muitas vezes apontamos a alternativa que nos parece mais fácil, menos sofrida, mas não necessariamente a que vai nos trazer realização, satisfação ou alegrias a longo prazo. Mas, se não podemos estar em dois lugares ao mesmo tempo, nem estender nosso tempo para fazer as duas coisas, talvez seja o momento de rever nossas prioridades.
O relógio vai continuar marcando o passo de nossas vidas? Ou será que tem algo mais que possa ser feito? Em que lugar colocamos nossa família, nossos filhos, nossos amigos, nossa comunidade, nosso trabalho? Em que lugar colocamos nossa fé? Viver em tempos modernos também é crescer, amar e partilhar. Pense nisso! |
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Quando o Amor Prova |
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O amor! Sem dúvida, algo extremamente essencial para o homem e sua vida. Poderia alguém viver sem ele? Ou melhor, pode alguém sobreviver sem ele? Com certeza não. Acho que o motivo para tudo isso, deve ser por que ele é como uma forte corrente; é o elo perfeito; que mesmo sendo forçado ao extremo, não se rompe; não importam as circunstâncias. Pode ser frio ou calor, verão ou inverno, mas se o AMOR for de fato verdadeiro, ele sobreviverá a todas as estações, por mais que estas sejam ruins e tortuosas.
Todos nós com toda certeza já tentamos descrever o amor, por mais que sejam de maneiras diferentes, nunca deixará de ser AMOR, pois este sentimento, é algo que não possui uma única face, pelo contrário, ele se adapta para todos aqueles que estiverem dispostos a aceitá-lo do jeito que vier.
Quando falo de amor, não estou me limitando naquele amor onde tudo vale e é possível. Quando falo de amor, me refiro àquele maravilhoso sentimento que mesmo quando as palavras não bastam, ele se torna suficiente. Amor não é o reflexo de paixão, mas sim, o reflexo da compreensão, da divisão, do companheirismo...
Verdade seja dita! A partir do momento em que as pessoas começam a discutir, e dizem que isso é feito por amor, podem ter certeza de que estas pessoas são as mais enganadas de todo o mundo, pois o amor não destrói, e sim constrói. Ele não machuca, e sim cura. Ele não arde em ciúmes, mas arde em total compreensão. Ele é a corrente que nos liga, e não nos aprisiona. A partir do momento em que ele não está concordando com isso, já não é mais amor.
Quando digo que o amor prova, estou querendo mostrar que apesar de todas as situações, de todas e completas provações, ele resiste, ele persiste e é forte o bastante pra seguir em frente, para mostrar que nada poderá destruí-lo.
Mas agora, cabe a você cultivá-lo. Será que existe espaço para ele em seu coração? Então, por que você não joga esses ressentimentos fora já que não servem para nada? Por que você não joga toda essa amargura e ódio também? Eles só vão te fazer mal cada vez mais, além de te consumir bem devagar. Ah! Joga essa tristeza fora também! Pra que ela serve? Pra nada. Então se livra dela imediatamente.
E agora, como anda seu coração? Depois disso tudo, agora já está bem mais vazio! Aproveita agora, e pega todas as tuas lembranças e transforme-as em amor, mas amor de verdade, que supera todos os obstáculos, mas não joga nenhuma lembrança fora, por mais que essa tenha lhe causado muita tristeza e dor, pois já que ela não te matou, ela irá te ajudar a crescer pra vida. Faça de seus problemas grandes oportunidades, e lembre-se: Eles serão muitas vezes únicos! Cabe a você aproveitá-los bem! Tire todo proveito que puder deles e aproveite para crescer, amadurecer e poder olhar a vida com outros olhos, com os olhos do AMOR, que supera todas as adversidades, e que não alimenta rancor, mas alimenta a esperança! |
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Renata Jorge Carneiro Renata é uma pessoa que aprecia muito a arte de escrever, principalmente nas horas vagas. Tem 17 anos, no momento está cursando o ensino médio, e um dos seus maiores sonhos é poder se formar em jornalismo. Fonte do Artigo: www.Artigos.com
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Enraizado em Propósitos |
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Deixe que digam que falem que pensem o que quiser.
A vida é para ser vivida, aproveitada, de maneira sábia. Oportunidades vão e vem, aparecem e desaparecem,
Mas só os que conseguem distinguir,
São aqueles que estão atentos.
Já diziam que o pior cego é aquele que não quer ver,
Já eu digo que o pior surdo é aquele que não sabe ouvir,
Provavelmente dirão que o pior mudo é aquele que falta com a verdade.
Enganados estão aqueles que pensam que só se ouve com o ouvido,
Pois a verdadeira voz é aquela que vem do coração,
Que por mais simples,
É a que mais consegue penetrar na alma,
Ao ponto de fazer com que paremos para refletir.
Nem só de prazeres vive o homem,
Mas de situações amargas e adversas também.
Não que o sofrimento seja algo bom,
É que depois de algum tempo,
Nos levará ao amadurecimento.
Amadurecimento esse,
Que nos ajudará a fazer as melhores coisas,
Que evitará que cometamos e persistamos nos mesmos erros.
Deixe que digam que falem que pensem o que quiser.
Não leve em conta o que os outros falam de você,
Mas leve em conta o que você pode fazer por aquela pessoa.
Se alguém não consegue atravessar a ponte,
Ajude-a atravessar,
Ajude-a superar seus medos,
Seus temores, suas dificuldades.
Deixe que digam que falem que pensem o que quiser.
A vida nos impõe limites,
As situações nos tornam amargos,
As pessoas dizem que você não é capaz...
Mas eu digo: Você é capaz...
Você é forte... Você é único,
E quanto aos outros...
Deixe que digam que falem que pensem o que quiser,
Só não deixe de ser VOCÊ:
Criatura valiosa e tão especial! |
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Renata Jorge Carneiro é uma pessoa que aprecia muito a arte de escrever, principalmente nas horas vagas. Tem 17 anos, no momento está cursando o ensino médio, e um dos seus maiores sonhos é poder se formar em jornalismo.
Fonte: www.artigos.com |
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Desculpe mas eu errei. |
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Uma das coisas mais comuns, em casa, e principalmente na vida profissional, é o fato de raras pessoas assumirem os erros que cometem. Sabe-se que errou, todavia o silêncio toma conta do ambiente em que se questiona o erro. Errar, como já sabemos, é parte do processo de aprendizagem. Uma vez que não nascemos com o saber, buscamos por meio de tentativa, erro e acerto o nosso desenvolvimento.
A questão central deste tipo de comportamento de fuga é o medo. Ele imobiliza o ser humano, levando-o a um estado de ansiedade e pavor, e então, as suas respostas podem ocorrer de forma silenciosa, sem nada revelar, esperando que o tempo acalme tudo, ou ainda, mentir. Entende-se que o medo é um mecanismo de defesa importante para a sobrevivência das pessoas. Mediante um evento considerado perigoso, arma-se uma estrutura psicológica, acionando o organismo através de seus hormônios, batimento cardíaco acelerado, predispondo o corpo a agir de alguma forma diferente.
Contudo, diante de circunstâncias comuns como os erros cotidianos, interpretamos e valorizamos de uma perspectiva muito maior do que a realidade dos fatos, levando-nos a acionar o esquema de defesa. Portanto, agimos defensivamente com o medo em muitas horas inadequadas. Sabe-se que desde a infância o ser humano vive um modelo de educação, via de regra, que lhe proporciona este hábito inoportuno. Pais que utilizam o medo para educar colaboram de forma consistente. É prudente conhecer o que nos retarda a evolução, e desenvolver a fé que sustenta, tal como em Salmos 56-4: “Em Deus, cuja palavra eu louvo, em Deus ponho a minha confiança e não terei medo”.
Quando não assumimos os erros não os modificamos, podendo inclusive, permanecer neles. Ao contrário, assumindo-os, temos maior controle sobre os nossos pensamentos e atos, mudando e evoluindo progressivamente. Desculpe, mas eu errei é acertar na forma de crescer e aumentar a maturidade necessária para uma melhor qualidade de vida e evolução pessoal e profissional. |
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Administração do tempo:
Sua velocidade pessoal |
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Você se lembra da história da tartaruga e da lebre? A lebre correu muito rápido, mas ficou displicente e perdeu a corrida. A tartaruga moveu-se muito lentamente, mas de forma consistente – e venceu a corrida. Essa é uma excelente metáfora para entender a natureza da nossa velocidade pessoal.
Velocidade? A maioria das pessoas nem acha que tem uma velocidade. O termo velocidade geralmente é usado para carros e foguetes, mas raramente para pessoas. No entanto, Jim Cathcart, especialista, consultor e treinador, acredita que deveríamos parar um pouco e pensar sobre o assunto. Qual é a sua velocidade? É uma pergunta interessante, não é mesmo? Sua velocidade é uma combinação da sua energia e motivação. Existe uma intensidade, um ritmo em que cada pessoa sente-se confortável, e cada um tem o seu.
Então, qual é seu ritmo natural? Para descobrir, é preciso primeiro entender o conceito de velocidade humana. Velocidade é a intensidade com que você vive. Algumas pessoas operam naturalmente em um ritmo intenso, enquanto outras precisam de um pouco mais de calma. Cada uma vai sentir-se melhor vivendo em seu próprio ritmo. Entretanto, vivemos em uma sociedade cada vez mais voltada para resultados, e isso provoca uma certa pressão em todos, como se a alta velocidade fosse a melhor que existe. Isso, às vezes, pode ser verdade – mas nem sempre.
Nos negócios, muitas vezes temos campeonatos e incentivos de vendas que premiam os que conseguem mais resultados em curto prazo. Mesmo em esportes e jogos, o reconhecimento vai para quem “se acaba” e se entrega completamente durante a partida. As empresas valorizam os profissionais que produzem grandes resultados em um curto espaço de tempo. Será isso negativo? Não, mas também deveria existir tempo e energia investidos naqueles que não operam nessa velocidade frenética. Se contribuírem para o avanço da empresa ou da sociedade, também devem ser reconhecidos de alguma forma.
Vamos, então, dar uma olhada no seu ritmo natural, sua velocidade pessoal. Segundo Cathcart, existem três níveis diferentes de velocidade.
As zonas de velocidade pessoal:
Sua visão do trabalho pode ser uma das principais chaves para entender sua velocidade pessoal. Uma pessoa de baixa velocidade não gosta de nada que pareça trabalho. Estaria muito mais feliz seguindo a filosofia de que você deve trabalhar no que gosta e gostar do seu trabalho. Traduzindo: adoraria ganhar a vida fazendo o que mais gosta de fazer (Aliás, quem é que não gostaria disso?).
Uma pessoa de alta velocidade, por outro lado, realmente gosta de trabalhar, desde que isso a aproxime dos seus objetivos. Muitas vezes, entediam-se com o lazer e precisam transformá-lo em trabalho. Precisam dessa intensidade e de viver com um propósito. Como contraste, uma pessoa de velocidade moderada gosta do equilíbrio entre o trabalho e o lazer – e dedica-se, principalmente, a encontrar esse equilíbrio.
Como otimizar sua vida:
Qual é a sua velocidade? Todo ser humano precisa descobrir qual ritmo funciona melhor na sua vida. Afinal, se você for mais rápido, acabará totalmente estressado. Se for mais devagar, ficará deprimido ou entediado. O segredo, aqui, é descobrir a velocidade certa e tentar manter-se nesse patamar o máximo possível.
Pense na sua velocidade natural. Quando você sente-se confortável? Já viu alguém falar que está “em ponto de bala”? É quando você “flui”, sente que está fazendo o melhor, as coisas ficam fáceis e prazerosas. Você está no ritmo certo, na intensidade certa e sabe que pode lidar eficazmente com a situação.
Quando você passa desse ponto, quando está indo rápido demais, exigindo demais de si, a primeira coisa que você vai sentir é estresse – uma sensação de tensão. Mas veja bem: o estresse pode ser uma coisa boa. Ele é somente pressão, resistência. Quando as pessoas lidam com essa pressão de forma pouco saudável, o estresse recebe uma conotação negativa. Se você continuar forçando-se a um ritmo maior do que consegue aguentar, sua ansiedade vai aumentar e você vai passar a sentir ansiedade.
Outra coisa que você pode sentir, se continuar forçando é esgotamento. É quando você pensa: "Para quê? Por quê?". Você começa a perder sua motivação e precisa de um tempo para se recuperar e voltar ao ponto certo.
No outro extremo, se você não se forçar o suficiente, se não enfrentar desafios do tamanho certo, a primeira coisa que vai sentir é tédio. Você vai se pegar dizendo ou suspirando: "Que sem graça! Aposto que consigo fazer muito mais do que isto". Não é o suficiente para mantê-lo alerta, desperto, pronto para tudo, “no ponto”. Você vai começar a ficar desinteressado ou chateado se não encontrar desafios regulares pela frente. E o tédio pode acabar virando apatia ou falta total de interesse. Apatia leva à depressão.
Em cada um desses casos: tédio, apatia e depressão; ou estresse, ansiedade e esgotamento, o problema é que você está fora da sua velocidade natural.
Uma vez que descubra qual a sua velocidade natural, você pode ficar nela quase o tempo inteiro. Precisamos parar de pensar: "Qual é o meu máximo? Qual é o máximo que posso fazer?" e começar a pensar: "Qual é o meu ótimo? Qual o melhor que posso fazer?". Você não quer ficar esgotado. Você quer encontrar sua velocidade de cruzeiro, para poder ficar nela o dia inteiro.
A velocidade é uma combinação de energia e motivação, unindo tanto o lado físico quanto o mental. Seu nível natural de energia física é aumentado ou limitado pela sua nutrição, estado físico, descanso, a maneira pela qual lida com o estresse e pela sua atitude.
Você também tem um grau natural de motivação pessoal. Isso pode ser afetado pela sua auto-estima, pela clareza de seus propósitos e objetivos, pela sua compreensão das possibilidades, pelo apelo que esses objetivos têm para você e pela sua habilidade de planejar eficazmente – e seguir esse plano.
Aqui está uma forma de descrever, segundo Jim Cathcart, as velocidades alta, média e baixa, em termos de energia e motivação:
Alta velocidade - Sua força vem da automotivação. Você adora trabalhar em busca de objetivos e, principalmente, dos maiores desafios. Você tem grandes aspirações e exige muito de si e dos outros. A competição o motiva e você acredita muito na sua própria capacidade. Sua energia é utilizada pensando sempre nas tarefas, objetivos ou interesses profissionais. Você até mesmo usa seu tempo de lazer para avançar em busca de seus objetivos, tanto pessoais quanto profissionais. Você prefere longas horas cheias de atividades variadas.
Média velocidade - Você é automotivado até um ponto. Estabelece objetivos alcançáveis, tem aspirações moderadas, não exige perfeição absoluta e aceita bem a competição, embora também não precise dela. Você utiliza sua energia distribuindo-a entre o trabalho e a vida pessoal. Prefere horários fixos, sem horas extras, com uma mistura moderada de atividades. Você usa seu tempo de lazer para completar tarefas e socializar. A inatividade é relaxante, significando que você pode deitar na beira da praia e sentir-se bem só estando ali.
Baixa velocidade - Você é motivado principalmente pelas suas necessidades imediatas ou pelas de outros. Você acha o trabalho basicamente desmotivador. Prefere trabalhar em equipe a sozinho ou como líder. Você prefere que outras pessoas liderem. Raramente estabelece grandes objetivos. Tem aspirações simples. Realmente não gosta de competições, evitando-as sempre que possível. Você utiliza sua energia para enfrentar os problemas que aparecem. Você é bastante casual no seu tempo de lazer, utilizado principalmente para interesses pessoais ou sociais. Desfruta com grande prazer da inatividade e aprecia não ter de fazer nada.
Qual dessas descrições combina mais com você? Uma maneira de achar a sua velocidade é olhar para trás e analisar a sua vida, procurando indícios que reflitam mais ou menos energia e motivação. Aqui estão algumas perguntas para ajudá-lo:
Sua vida é mais voltada para conquistas ou para relacionamentos?
Suas conquistas aconteceram mais rápido ou mais devagar do que as de seus colegas?
• É importante para você ser o primeiro ou o melhor?
• Você é mais feliz enfrentando um novo projeto no trabalho ou conversando no bar com os amigos?
• Você faz (e mantém) suas resoluções de Ano-Novo?
• Você é paciente ou quer tudo agora?
• Você atinge freqüentemente seus objetivos ou tem a tendência de rebaixar suas expectativas?
• Seus objetivos são desafiadores? Você quer mudar o mundo ou somente fazer a sua parte e depois ir para casa?
• Que tipo de padrões você estabelece para si? Você quer ser o melhor do jogo ou está feliz somente em jogar?
• Quanto tempo você persiste em algo até desistir?
• Você enche seu dia de atividades ou vai vivendo conforme as coisas aparecem?
• O que você faria se tivesse mais tempo disponível? Aceitaria um novo projeto, veria um filme, leria mais ou sairia com seus amigos?
• O que você faz quando está de férias? Descansa, lê ou procura novas aventuras?
Não existe certo ou errado nem respostas que provem cientificamente que “esta pessoa é de alta velocidade e esta é de baixa”. Mas existe sempre um padrão que pode ser distinguido e identificado. Lembre-se: todos temos um ritmo e uma intensidade para a qual fomos naturalmente desenhados. Quando você descobre e aceita isso, pode estar sempre no seu melhor. Sua criatividade aumenta, sua produtividade melhora e você tem paz de espírito. Você pode viver assim, então, comece hoje mesmo a explorar os diversos ritmos e descubra qual a sua melhor velocidade pessoal.
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ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO: Como você deve usar seu tempo? |
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Veja algumas dicas para usar o seu tempo da uma maneira a extrair os melhores resultados:
· No que você gostaria de investir seu tempo? É importante que você goste do que você faz, até para não desenvolver úlceras, depressões e aparentados. E também para que produza algo de maneira eficiente. Caso, em seu trabalho, você tenha algumas tarefas das quais não goste, procure fazer estas por primeiro, deixando suas atividades preferidas como uma espécie de “prêmio”.
O que você faz bem?
Alguns anos atrás, o super-astro do basquete norte-americano Michael Jordan decidiu passar a jogar beisebol. Foi um fracasso retumbante. E, nos dois casos, ele não gastava pouco mais de uma hora praticando um esporte? Da mesma forma, se você quer utilizar seu tempo de uma maneira que faça a diferença, defina o que você faz bem, mas bem mesmo. Use as outras tarefas como oportunidades para delegar, para desenvolver futuros líderes.
· Certifique-se das suas prioridades. Usamos muito na Quantum a expressão “folhas de outono”, significando todos os problemas, projetos de última hora, questões e similares que caem em cima dos líderes de uma hora para outra. Aprenda a dizer “não” para certas tarefas, concentre-se no que realmente importa para sua empresa e para sua equipe. Pergunte-se sempre no que aquela determinada ação vai fazer a diferença no resultado final, se ela contribui para a maneira pela qual você e sua equipe são avaliados.
Use a técnica do desaparecimento- Pergunte-se o que aconteceria com sua empresa e sua equipe se, por qualquer razão, você tivesse que passar dois meses fora, assim, de repente, começando amanhã. Se essa possibilidade lhe causar taquicardias e suor frio por todo o corpo, é um sinal que você está centralizando demais, delegando de menos e desperdiçando o tempo. Comece a criar seus “planos B”, pessoas que podem resolver a maior parte da rotina de seu trabalho. Concentre-se nos aspectos estratégicos de sua função.
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Finanças pessoais: Você sabe distinguir desejo e necessidade? |
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A principal razão para o descontrole das finanças pessoais e orçamento familiar hoje em dia é, gastar mais do que se ganha, ou seja, as despesas, os gastos, os desembolsos, superam as receitas, o salário, a renda, as entradas de recursos. Isto não é novidade, no entanto, por que isso acontece?
O desejo de adquirir determinados bens sem a adequada avaliação prévia de sua real necessidade, está levando indivíduos e famílias à bancarrota e infelicidade, razão pela qual, se faz necessário a elaboração de um orçamento familiar para gerir adequadamente as finanças pessoais e familiar, com objetivo de identificar o que se pode comprar ou não, o orçamento familiar permite determinar se comprar determinado produto ou serviço cabe ou não no orçamento familiar, está ou não dentro das possibilidades financeiras e auxilia na decisão de compra.
O desejo de possuir o último modelo de celular, o tênis da moda, a roupa de marca e o último lançamento da montadora de veículos, levam muitos indivíduos e famílias a tomarem decisões no impulso e cujas conseqüências são colhidas semanas ou meses mais tarde quando o carteiro entrega a fatura do cartão, o carnê da loja ou o cheque predatado é apresentado no banco.
Se antes de adquirir estes itens você não fez a pergunta: Desejo ou Necessidade? e não colocou previamente tudo na ponta do lápis ou na sua planilha eletrônica e fez o seu orçamento familiar, você corre o risco de entrar numa situação bastante difícil e complicada com relação às suas finanças pessoais e familiar.
A esta altura, o celular já foi apresentado a todos os seus amigos e já perdeu o encanto, todas aquelas funções maravilhosas, que permitem fazer quase tudo com o último modelo de celular, não são tão úteis assim, quanto parecia a princípio. O mesmo aconteceu com o tênis, já está um pouco sujo e também já perdeu o encanto inicial, afinal já tem outros novos modelos nas lojas, ou seja, aquele já está ultrapassado.
Aquela roupa de marca maravilhosa que você pagou um absurdo naquela loja caríssima, está vestindo todos os seus vizinhos, amigos e inimigos, que compraram, na rua de comércio popular, um modelito falsificado por 5% do que você pagou pela sua originalíssima, portanto, foi-se o encanto. Quanto ao veículo último modelo, chegaram juntas, a primeira parcela da prestação do veículo, a primeira parcela do seguro e a primeira parcela do IPVA, dá para suportar tudo isto?
A primeira reação e a fuga natural para toda esta pesada carga, qual é? O limite do cheque especial no banco, sim, aquele banco que faz uma propaganda maravilhosa na mídia oferecendo juros super atraentes, prazos a perder de vista, condições especialíssimas para clientes especiais como você.
Alguns ainda não se deram conta e continuam a se afundar nas dívidas, nos juros, tudo para atender o desejo e não a necessidade. Por outro lado, a esta altura, alguns já perceberam que é possível sobreviver sem estes caros objetos do desejo, descobrem que poderiam ser mais felizes se tivessem ponderado a real necessidade de comprar tudo aquilo ou simplesmente descobrem que poderiam ter postergado a sua aquisição para um momento mais propício.
Não muito raro, estas situações de forte endividamento, desfazem lares, destroem famílias, levam indivíduos e famílias a levarem uma vida de penúria e infelicidade.
Não há problema sem solução, até nas situações mais extremas é possível encontrar um porto seguro, no entanto, uma mudança de atitude e de rumo é necessária. Como fazê-lo? A necessidade de dormir tranquilo, a necessidade de viver de cabeça erguida, a necessidade de viver a plena liberdade irá aflorar o desejo de resolver toda esta situação.
Primeiro passo: Mude de atitude, compre apenas o que é necessário e deixe de lado o que representa apenas um desejo.
Segundo: Faça um orçamento familiar e viva dentro de suas possibilidades. Faça uma reunião familiar e discuta este tema com toda sua família, a participação de todos é fundamental.
Faça designações pontuais para os membros de sua família para auxiliar na redução dos gastos, por exemplo: seu filho caçula pode ficar responsável por apagar as luzes que estão desnecessariamente acesas, reduzindo assim a sua conta de energia elétrica.
Sua filha adolescente pode ser instruída a ficar menos tempo ao telefone com suas amigas, se ela for devidamente informada da real situação financeira da família, ela contribuirá. Seu filho mais velho pode ser instruído a não ficar tanto tempo no chuveiro, isto pode reduzir também sua conta de energia elétrica.
Se todos forem envolvidos, tomarem ciência da real situação financeira da família, todos contribuirão. Juntos, toda família pode chegar à conclusão de que a próxima viagem programada para aquele feriado prolongado, deve ser suspensa ou adiada para outra oportunidade, até que a situação financeira esteja mais equilibrada.
Terceiro: Renegocie sua dívida com os seus credores de forma que as parcelas caibam no seu orçamento familiar, seus credores terão interesse em discutir com você este tema, afinal, eles querem receber e vender novamente para você e, seguramente, estarão interessados em negociar o seu débito. Busque alternativas de financiamento mais econômicas, não se esqueça, cheque especial e cartão de crédito cobram as maiores taxas de juros do mercado.
Quarto: Faça uma poupança, embora possa ser difícil no primeiro momento, não deixe de poupar pelo menos 10% de seus rendimentos para emergências futuras, para adquirir um bem que represente uma necessidade, como por exemplo, sua casa, seu apartamento, pagar sua universidade ou a de seus filhos, ou mesmo para algumas eventualidades, como um problema de saúde na sua família. Se 10% for muito pesado para você, que tal 5%?
Quinto: Faça um armazenamento de ítens de primeira necessidade, isto pode ser muito útil em situações de emergência, como desemprego. Se você tiver mantimentos necessários para sua subsistência por um ano, significa dizer que você poderá ficar um ano sem comprar estes ítens numa situação de emergência. Um ano é muito tempo? Inicie fazendo por alguns meses, você vai se sentir mais autoconfiante tendo esta reserva. |
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Pense diferente para deixar seu consumidor feliz |
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Neste Milênio, a quebra de paradigmas têm sido uma constante. Quando o objetivo é ampliar ou manter a participação de mercado, então, renovar conceitos é quase uma obrigação. Afinal, estamos em tempos de globalização. O que significa que as empresas precisam estar prontas para promover e assimilar mudanças, buscar novas soluções antecipar-se ao futuro e adaptá-las à sua própria cultura para que possam se renovar e manter-se competitivas. É preciso pensar diferente.
Não é um desafio pequeno. Ainda mais se considerarmos todos os fatores que compõem o cenário sócio-econômico e político do país. Para sobreviverem, as empresas precisam cada vez mais atingir melhores índices de custos operacionais. Simplificar. Simplificar. Simplificar. Oferecer o melhor produto ou serviço a um custo competitivo. Agregar valor que seja percebido pelo consumidor. Precisam ser ágeis, éticas, competentes e ... - o que nem sempre é fácil - precisam surpreender os seus consumidores. Sim, porque agradá-los não é mais o suficiente. Ë preciso ter criatividade para descobrir o que o consumidor quer mas ainda não sabe.
Isso porque a relação indústria x consumidor final, em qualquer segmento, ganhou novas nuances. Mais exigente e consciente de seus direitos, o consumidor de hoje escolhe suas marcas preferidas com muito mais cuidado e critério. O preço continua sendo fator importantíssimo, mas tem que vir acompanhado de qualidade. Em resumo: o consumidor quer saber a procedência do que está comprando, suas qualidades e diferenciais, se o preço é justo, por que ele deve optar pelo seu produto e não pelo concorrente. E depois de tudo isso, o que mais você tem a dizer que possa ser importante para ele?
Se a sua resposta à última pergunta foi "mais nada", a sua empresa está com os dias contatos. Quem já percebeu a mais recente exigência do consumidor, vem redirecionando seus investimentos, olhando com mais carinho para a comunidade onde atua, planejando melhor seus recursos voltados à publicidade e até mesmo revitalizando o seu discurso com os seus diferentes públicos-alvos.
Essa nova postura está diante de nossos olhos. Na guerra pela preferência do consumidor, os grandes fabricantes de sabão em pó do país têm procurado valorizar a qualidade de vida do público feminino e reconhecer que, embora eles fabriquem sabão para lavar roupas, a vida tem coisas muito mais interessantes a oferecer às mulheres do que um tanque. Não é mais suficiente apenas gastar mais do que o concorrente em propaganda.
Na mesma linha, uma das maiores redes de lanchonetes do mundo vêm agregando valor à sua relação com o consumidor a cada dia. Na busca pela fixação da marca e fidelidade do cliente, vale colaborar com sua formação, ensinando português, demonstrando apoio às dificuldades enfrentadas pelo país frente à evolução do dólar, sendo uma empresa cidadã, o que hoje é muito valorizado pelo consumidor e etc.
Para sobreviver nos dias de hoje é preciso, portanto, pensar diferente. Além de competência, dedicação e recursos técnicos é preciso ser criativo. A Internet disponibilizou todas as informações para todas as empresas. A informação deixou de ser um privilégio para poucos como era num passado recente. Porém, a informação não serve para nada sem a criatividade do ser humano para interpretá-la, criar soluções e oportunidades. As grandes empresas já descobriram que a criatividade é o fator que vai fazer a diferença no próximo século. Por isso, têm investido forte em recursos que possam aprimorar seus valores humanos, mantendo suas equipes motivadas, dispostas a procurar soluções inovadoras, a não se contentarem com a primeira idéia.
Estimular a criatividade, a geração de alternativas e de idéias, é o objetivo, por exemplo, de um seminário que acontece há 45 anos, na Universidade de Bufallo, no Estado de Nova York, EUA. O "Creative Problem Solving Institute (CPSI)", promovido anualmente pela Creative Education Foundation.. O CPSI é um laboratório onde são analisados trabalhos sobre criatividade realizados em todo o mundo, nas áreas comportamental e empresarial, com a exposição de cases, exercícios, pesquisas e tudo o que se refere direta ou indiretamente ao uso do potencial criativo pelas pessoas.
A cada ano que passa mais empresas e participantes particulares estão descobrindo este seminário e outros similares começam a despontar pelo mundo. Saber receber o novo também é um "Dom". Exige humildade, disposição para ouvir o outro, quebra de preconceitos e vontade de fazer acontecer.
Quem aceitar trilhar nesse caminho, com certeza, ficará mais exposto aos olhos críticos do consumidor, mas poderá, em contra-partida, conquistar o seu respeito e, conseqüentemente, a sua preferência. |
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Pequenas coisas |
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Um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal: estes quatro elementos fazem parte de uma das histórias sobre atendimento ao cliente. Um homem estava dirigindo há horas e, cansado da estrada, resolveu procurar um hotel ou uma pousada para descansar. Em poucos minutos, avistou um letreiro luminoso com o nome: Hotel Venetia.
Quando chegou à recepção, o hall do hotel estava iluminado com luz suave. Atrás do balcão, uma moça de rosto alegre o saudou amavelmente: "- Bem-vindo ao Venetia!" Três minutos após essa saudação, o hóspede já se encontrava confortavelmente instalado no seu quarto e impressionado com os procedimentos: tudo muito rápido e prático.
No quarto, uma discreta opulência; uma cama, impecavelmente limpa, uma lareira, um fósforo apropriado em posição perfeitamente alinhada sobre a lareira, para ser riscado. Era demais! Aquele homem que queria um quarto apenas para passar a noite, começou a pensar que estava com sorte.
Mudou de roupa para o jantar (a moça da recepção fizera o pedido no momento do registro. A refeição foi tão deliciosa, como tudo o que tinha experimentado, naquele local, até então. Assinou a conta e retornou para o quarto. Fazia frio e ele estava ansioso pelo fogo da lareira.
Qual não foi a sua surpresa! Alguém havia se antecipado a ele, pois havia um lindo fogo crepitante na lareira. A cama estava preparada, os travesseiros arrumados e uma bala de menta sobre cada um. Que noite agradável aquela! Na manhã seguinte, o hóspede acordou com um estranho borbulhar, vindo do banheiro. Saiu da cama para investigar. Simplesmente uma cafeteira ligada por um timer automático, estava preparando o seu café e, junto um cartão que dizia: "Sua marca predileta de café. Bom apetite!" Era mesmo! Como eles podiam saber desse detalhe? De repente, lembrou-se: no jantar perguntaram qual a sua marca preferida de café.
Em seguida, ele ouve um leve toque na porta. Ao abrir, havia um jornal. "Mas, como pode?! É o meu jornal! Como eles adivinharam?" Mais uma vez, lembrou-se de quando se registrou: a recepcionista havia perguntado qual jornal ele preferia.
O cliente deixou o hotel encantando. Feliz pela sorte de ter ficado num lugar tão acolhedor. Mas, o que esse hotel fizera mesmo de especial? Apenas ofereceram um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal Nunca se falou tanto na relação empresa-cliente como nos dias de hoje. Milhões são gastos em planos mirabolantes de marketing e, no entanto, o cliente está cada vez mais insatisfeito, mais desconfiado.
Mudamos o layout das lojas, pintamos as prateleiras, trocamos as embalagens, mas esquecemos-nos das pessoas.
O valor das pequenas coisas conta, e muito. A valorização do relacionamento com o cliente. Fazer com que ele perceba que é um parceiro importante! |
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Pedido intruso: Empresa deve indenizar passageira por cancelar passagem |
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A Justiça mineira condenou empresa aérea Gol a pagar indenização de R$ 2,5 mil por danos morais e R$ 115 por danos matérias para um funcionária pública que teve sua passagem cancelada sem sua autorização. A decisão é da 12ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais.
Segundo os autos, em março de 2005, a consumidora fez a reserva, pela internet, de uma passagem aérea de Porto Alegre para São Paulo. No dia do embarque, foi informada no aeroporto que sua passagem havia sido cancelada um dia após a reserva, por uma pessoa chamada Antônio.
Sem alternativa, a funcionária teve de comprar uma passagem de ônibus no valor de R$ 115 para chegar a São Paulo, pois outra passagem aérea iria custar três vezes mais que o valor da que foi cancelada.
Na ação em que requereu indenização por danos morais e materiais, a consumidora alegou que a empresa agiu com descaso, e que isso lhe provocou danos de ordem moral e material.
Em sua defesa, a companhia aérea alegou que o cancelamento foi feito por terceiro de forma legal, pois o tal Antônio tinha os dados pessoais da consumidora e respondeu corretamente todas as perguntas necessárias ao cancelamento da passagem.
Em primeira instância, a empresa foi condenada a pagar indenização por danos morais e materiais. Companhia e consumidora recorreram da decisão. A funcionária pretendia aumentar a indenização.
No entanto, a decisão de primeira instância foi mantida integralmente pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Os desembargadores entenderam que a empresa, ao executar o cancelamento, agiu na contramão das cautelas necessárias à segurança do procedimento, pois não informou à titular da reserva sobre o cancelamento. Além disso, eles entenderam que não havia provas de que o cancelamento tivesse sido efetuado por terceiro.
Em seu voto, o relator, desembargador Saldanha da Fonseca, destacou que, em tais situações, a reparação por danos morais é obrigatória, principalmente por terem ocorridos frustração e contratempos, já que a viagem teve de ser feita por ônibus e, consequentemente, foi mais longa.
( Processo: 1.0145.05.227365-6/001) |
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Liberdade de dieta : Empregado não é obrigado a comer comida da empresa. |
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A empresa não pode proibir o funcionário de levar seu próprio almoço para o trabalho. Com esse entendimento, a 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho condenou a Cinpal Cia Industrial de Peças para Automóveis a indenizar um ex-funcionário. Os juízes decidiram que a empresa terá de pagar as verbas devidas por demissão sem justa causa e indenização por danos morais, fixada no dobro do valor de todas as verbas rescisórias. A decisão do tribunal foi baseada no entendimento de que o descaso da empresa com a saúde do empregado é motivo para que ele peça a rescisão indireta do contrato de trabalho e seja indenizado pelos danos morais sofridos.
Saúde em jogo: O trabalhador, que sofria de gastrite e tinha de se submeter a uma dieta rigorosa, solicitou à empresa autorização para levar a refeição pronta de sua casa. Também pediu a alteração no horário do intervalo para descanso e alimentação. Sem uma resposta ao seu pedido, o empregado não compareceu mais ao trabalho. A empresa considerou as ausências como faltas injustificadas e demitiu o metalúrgico por justa causa.
O funcionário, então, recorreu à Vara do Trabalho pedindo que fosse declarado o rompimento do contrato por culpa do empregador. Além das verbas rescisórias, ele reclamou reparação pelos danos morais sofridos com o episódio. Em sua defesa, a empresa alegou que não permite aos seus empregados que levem de casa a própria refeição, mas que analisava o pedido do ex-empregado quando ele abandonou o serviço.
A primeira instância julgou o processo procedente em parte, reconhecendo a rescisão indireta do contrato de trabalho, mas negou a indenização por danos morais. A empresa e o ex-funcionário recorreram ao TRT-SP, que condenou o empregador ao pagamento dos danos morais pleiteados. Para o juiz Ricardo Artur Costa e Trigueiros, relator do recurso, “a insólita omissão da empresa em resolver questão relevante e inadiável, que dizia respeito à saúde de seu empregado, praticamente obrigou o trabalhador a ver-se na contingência de deixar o emprego, buscando na tortuosa e demorada via judicial a rescisão indireta do contrato de trabalho”. |
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Revista Consultor Jurídico. Fonte: www.conjur.com.br
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Duas mães: Justiça gaúcha autoriza adoção por casal homossexual |
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Um casal homossexual, em união estável, pode ser responsável legal por crianças adotadas. A decisão unânime é da 7ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, que permitiu que um casal de mulheres seja responsável legalmente por crianças adotadas.
As duas crianças, de dois e quatro anos, já tinham sido adotadas por uma das mulheres. No entanto, a companheira queria dividir as responsabilidades e assumir oficialmente os deveres. Em primeira instância, a Vara da Infância e da Juventude de Bagé (RS) aceitou o pedido. O juiz entendeu que a adoção garante aos dois irmãos direitos de herança, inclusão em planos de saúde e pensão alimentícia. O Ministério Público recorreu da decisão. Entrou com uma Apelação Cível alegando que em nenhum momento a legislação se refere a um casal homossexual. A adoção, segundo o MP, valeria apenas para união entre homem e mulher. O desembargador Luis Felipe Brasil Santos se valeu da jurisprudência da Justiça gaúcha, que em algumas decisões, admitiu a união estável de casais homossexuais, e a aplicou no caso atual.
De acordo com o desembargador, que foi relator do processo, a sua decisão se baseou no artigo 1622 do Código Civil que diz que duas pessoas só podem adotar em conjunto quando forem marido e mulher ou viveram em união estável. No caso, o casal vive junto há oito anos.
“Se o casal tem todas as características de uma união estável — vivem juntas com o intuito de constituir família, tem uma relação pública e douradora —, não importa o sexo das pessoas, elas devem ser tratadas com todos os direitos de uma família. Podem adotar em conjunto.”, declarou o Luis Felipe Brasil Santos.
(Processo 70013801592) |
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Revista Consultor Jurídico. Fonte: www.conjur.com.br
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