Matérias de Fevereiro

 

 

 

Veja aqui 10 razões para rir.

  Aprenda a elevar seu nível de Felicidade
  Assuma o que é importante para você
  Preste atenção às suas crenças
  Especial nos negócios, especial na família, no amor, na amizade, na vida.
  Os males da procrastinação
  A celebração de cada dia
  Somos o que pensamos SER
  Os exterminadores do Sucesso
  Por que escrever um Plano de Negócios?
  Roubo no supermercado
  Preço dos transtornos
  Cara e Lenta
  Direito de informação
  Plano de saúde é obrigado a cobrir tratamento domiciliar.
  Banco indenizará por falha em serviço de caixa eletrônico.
  Trabalhista: Franquia não é terceirização de mão-de-obra.
   
 
Meses Anteriores:
 
   
   
   
   
   
   
   
  Veja aqui 10 razões para Rir.
 
 

O humor geralmente cria espaço para a colaboração. As diferenças entre membros de uma equipe, gerentes e assistentes podem ser reduzidas quando eles acham um ponto em comum. Em uma grande empresa, os catorze membros de uma equipe de trabalho haviam criado um hábito fora do comum: estabeleceram a "meia hora da piada", sempre após o almoço. No começo, os gerentes acharam que aquilo não passava de comportamento "antiprofissional", mas quando perceberam que o grupo trabalhava melhor e que os atrasos após o almoço terminaram, aderiram satisfeitos à moda. Em pouco tempo, a coesão e a produtividade aumentaram.

2. Diminui as chances de demissão

Pessoas que trabalham em um ambiente positivo, que permite o humor, têm maior tendência de permanecer no emprego e manter relacionamentos. O humor também é o segredo de muitos casamentos bem-sucedidos.

3. Aumenta a produtividade

Está mais do que provado que as pessoas que gostam do que fazem, do ambiente em que trabalham e dos colegas de equipe, produzem mais e melhor.

4. Impulsiona a criatividade

As pessoas bem-humoradas "colorem as coisas", não têm medo de parecer bobas de vez em quando, arriscam-se, vêem tudo sob um prisma mais alegre. São, por isso, indicadas para resolver problemas. Com certeza, encontram soluções muitas vezes impensadas pelos outros.

5. Ajuda a controlar o estresse

Por várias razões, o humor reduz a pressão do perfeccionismo e permite um alívio físico das tensões. É uma válvula de escape muito eficiente.

6. É um ótimo exercício para o sistema cardiovascular

Uma boa gargalhada aumenta o nível de respiração, a pressão do sangue e o funcionamento do músculo cardíaco. Quando cessa, tudo volta ao normal. Boas gargalhadas durante o dia permitem esse exercício do sistema cardiovascular.

7. Estimula os órgãos internos

Uma boa risada é uma ótima massagem nos órgãos internos, ajudando-os a trabalhar melhor. Pode auxiliar, inclusive, o funcionamento dos intestinos. A propósito, você sabe o que significa enfezado? Mais do que zangado ou irado, o termo indica alguém cheio de fezes!

8. Estimula o sistema imunológico

Quando o sistema de defesa do nosso organismo está forte, temos menores chances de pegar resfriados, gripes, etc. Nos tornamos mais saudáveis e, como resultado, aproveitamos melhor a vida e realizamos nosso trabalho de maneira satisfatória.

9. Suaviza a dor

Gargalhadas liberam endorfinas!

10. Além de tudo isso, é divertido!

Graças ao humor, somos mais felizes, saudáveis, criativos, produtivos e nossos relacionamentos tornam-se mais agradáveis.

 

   
 
Por Sérgio Savian - www.mudancadehabito.com.br
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  Aprenda a elevar seu nível de Felicidade
 
 

A beleza da vida está em evoluir, e para isto é preciso estar aberto para aprender.

O aprendizado requer humildade. Aqui os arrogantes não têm vez. São os famosos inteligentes, chamados “cabeça dura”, e isto me faz lembrar uma parábola em que durante uma cerimônia do chá, um mestre chamou seu discípulo e começou a lhe servir, virou a chaleira sobre a xícara e não parou de colocar o chá, até que o líquido começou a transbordar, e o discípulo começou a ficar inconformado e disse: Mestre, o chá está transbordando!, e eis que o mestre respondeu: Isto é para você aprender que a xícara de chá é como nossa mente, é preciso estar vazia para podermos enchê-la.

Eu gostaria que você mantivesse sua mente aberta, assim como a xícara de chá, para atentar ao que eu vou lhe provocar agora: sobre sua felicidade. Existem várias ferramentas para elevar seu nível de felicidade, usar várias ao mesmo tempo pode ser mais efetivo. Elas vão desde o senso comum – dormir suficientemente, exercitar-se, manter um olhar otimista, usar seus melhores atributos no trabalho e na vida – até mudanças de atitude e trabalho interior mais profundos. Agir como se estivesse feliz também pode elevar seu nível de felicidade, já que parece haver uma ligação direta entre a expressão facial e a emoção.

Talvez a novidade mais empolgante seja que a ciência tem evidências de que práticas mentais, como a meditação, promovem a felicidade. Em pesquisa na Universidade de Wisconsin, descobriu-se que altos índices de atividade do cérebro do lado direito (nosso lado intuitivo, artístico, espiritual) coincidiu com sensações de felicidade, entusiasmo, alegria, energia e estado de alerta; enquanto atividades do lado esquerdo do cérebro (lado lógico, matemático) corresponderam a sensações de tristeza, ansiedade e preocupação. A meditação apresenta-se como uma maneira de redistribuir o equilíbrio, ativando mais o lado direito do cérebro e, portanto, emoções positivas.

Mas você deve estar se perguntando...Leila, meditar, eu?? Mas como?? Ahhhah....não há problemas! Se você não se sente muito familiarizado com a meditação, comece ao menos exercitando seu lado direito do cérebro: respire! Olhe a sua volta, observe uma linda paisagem (pode ser uma foto também) e respire 3 vezes profundamente. Depois, por 3 minutos visualize essa paisagem internamente, como se você transportasse a paz que a imagem traz para o seu interior. Garanto que isto pode mudar a sua vida! Se conseguir essa proeza por mais de uma vez ao dia, melhor ainda, não há contra-indicação! E o seu nível de felicidade será elevado quase sem nenhum esforço. Creia nisso!

 

   
 
Fonte: Texto extraído do site www.lelilanavarro.com.br
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  Assuma o que é importante para você
 
 

Você já parou para pensar que a cada minuto do seu dia você escolhe como vai ser a sua vida? Seu destino é criado com base em cada decisão tomada. No entanto, muita gente tem medo de decidir e de assumir as conseqüências de seus atos. Fica com medo de arriscar e não acredita na própria capacidade de realizar a vocação.

Geralmente, são pessoas que, na infância, escutaram muitos nãos: “Não se atreva!”, “Não dê palpites em assuntos que você não conhece”. Mais tarde, só sabem reconhecer o que não querem fazer.
— Eu só sei que não quero lidar com números...
— Eu só sei que não quero ninguém mandando em mim...
— Eu só sei que não quero trabalhar com meu pai...

São firmes no que não querem fazer, mas completamente indecisas sobre o caminho a seguir. Vivem se torturando, sempre insatisfeitas, reclamando de tudo. Falam que vão mudar, mas jogam seu tempo fora reafirmando apenas o que não querem. Outras não conseguem decidir porque se mobilizam com base apenas no que os outros pensam. Querem agradar aos outros, mas não conseguem agradar a si mesmas.

Não desperdice sua vida procurando a aprovação alheia. Descobrir o que se quer fazer é fundamental. E assumir as perdas que essa decisão representa, também.

Você quer ser treinador de futebol. Tudo bem, mas saiba que isso vai prejudicar a sua convivência com a família. Você gostaria de ser gerente. Ótimo, mas vai ter de aprender a lidar com as pessoas.

Definir o que se quer facilita a vida.

Há muita gente também que não define o que quer porque pensa que, para realizar um sonho, precisa abdicar de outro: trabalho ou casamento, filhos ou carreira, viver bem ou guardar dinheiro.

Ao contrário dos nossos avós imigrantes, que tinham de decidir entre comer no almoço ou no jantar, hoje raramente precisamos eliminar coisas importantes de nossa vida para realizar algo. Porém muitas mulheres ainda abrem mão de ter filhos para se dedicar à vida profissional. Muitos homens ainda abrem mão do casamento para fazer carreira. Muitas pessoas ainda abrem mão dos prazeres da vida para acumular dinheiro.

Não deixe de dar atenção ao que é importante para você.

O campeão nunca dirá: esse projeto é demais para mim. Ao contrário, vai pensar no que precisa aprender para realizar o seu sonho, no que precisa mudar para conseguir o que quer. Está sempre se fazendo perguntas: “O que preciso fazer para desenvolver bem este projeto?”, “O que preciso mudar para conseguir ficar mais tempo na companhia dos meus filhos?”

O campeão sabe que as novas conquistas são resultado de novos aprendizados. Claro, você pode optar por uma vida tranqüila. Pode montar uma pequena pensão numa praia deserta e enfrentar poucos riscos, poucos desafios. A escolha é sua. O importante é saber como quer viver a sua vida.

Roberto Shinyashiki é conferencista e escritor.

 

   
 
Fonte: Texto extraído do site www.robertoshinyashiki.com.br
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  Preste atenção às suas crenças
 
 

Os preconceitos complicam muito a vida das pessoas. Em vez de buscar resultados, elas acabam envolvidas em provar que seus pontos de vista são verdadeiros:

“As mulheres são menos inteligentes”.
“Os negros não são trabalhadores”.
“Os homossexuais não são comprometidos”.

Ser preconceituoso é uma atitude de fracassado, pois a pessoa, em vez de olhar para sua meta, procura formas de diminuir os outros. Para piorar as coisas, a pessoa que tem preconceitos contra os outros acaba criando preconceitos contra si própria. O pior preconceito de todos ocorre quando a pessoa se coloca em situação limitante:

“Ah, se eu fosse homem!”
“Ah, se eu fosse mais alto!”
“Ah, se eu fosse mais jovem!”

A idade é um exemplo marcante de quanto é limitador o preconceito contra si mesmo. Se a pessoa se acha derrotada, vai continuar perdendo todas as batalhas que terá pela frente. Não tem jeito. Aquele que na juventude foi um preconceituoso fervoroso contra idosos é hoje, ao atingir 50 anos, um ferrenho preconceituoso contra ele mesmo.

É lógico que não são somente os preconceituosos que chegam a certa idade e já se rotulam como velhos. Esse é um problema de muitas pessoas. Elas fixam a idéia de que já é muito tarde para investir energia numa vida nova. Nem sequer atualizam suas idéias observando o que acontece ao seu redor.

No início do século passado, a expectativa de vida do brasileiro era de 33 anos, ou seja, na época alguém com 40 anos já era velho, havia vivido muito. Hoje ainda existem pessoas que aos 50 anos já se consideram velhas, sem se dar conta de que atualmente morre cedo quem não chega aos 70.

Com os novos avanços da ciência, a média de vida em pouco tempo chegará facilmente aos 100 anos! Isso significa que alguém com 50 anos, prestes a se aposentar, só viveu metade da vida. É muito tempo para ficar esperando a morte! Sempre é o momento de aproveitar a maior oportunidade que o ser humano tem: viver a vida. Só que envolvidos na batalha de provar que estamos certos e que nossas crenças procedem, esquecemos que a maior missão nessa viagem pelo planeta é ser feliz e criar oportunidade para que os outros também sejam

Independentemente da idade, escolha uma profissão, entre na faculdade, arrume um emprego. Faça melhor ainda: se os filhos estão criados e você já ganhou algum dinheiro, adote um novo estilo de vida. É importante viver sempre a nossa realidade, e não o falso mundo dos preconceitos. Se alguém é competente sendo jovem, ótimo. Se alguém é alegre sendo velho (ou seja, perto dos 100 anos), sensacional! Não se considere velho demais para ser feliz nem para mudar alguma coisa em sua vida. Lembre-se: antes tarde do que mais tarde.

   
 
Fonte: Texto extraído do site www.robertoshinyashiki.com.br
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Especial nos negócios, especial na família, no amor, na amizade, na vida.
 
 

Especial nos negócios, especial na família, no amor, na amizade... na vida!!

Começamos imitando. Isso não é errado. A Imitação é um grande elogio. O problema está em imitar o que e a quem... e por quanto tempo ?

Nos programas de MBA, onde dou aulas ao longo dos últimos 20 anos, observo que os alunos ficam encantados com os "casos de sucesso". Admiram os nomes famosos, fazem reverências a Bill Gates da Microsoft, Jeff Bezos da Amazon Books. As "mega corporações" são idolatradas como novos oráculos. E, geralmente o que está longe e inacessível é tido ainda, como exemplo maior de perfeição e idolatria. As capas de revistas exercem enorme fascínio sobre todos e - de repente, ficamos infelizes por não estarmos com a nossa cara, no meio das badalações!

Quanto maior a distância, maior a paixão!?

Observo que essa forma de pensar, válida como fonte de estudos, mas preocupante como modelo de valores de vida, coloca um foco enorme na ilusão dos efeitos e muito pouco na concretitude das causas. E, o que é pior, joga para bem longe de cada um de nós a consciência do enorme poder que carregamos, por trazermos dentro de nós esse mesmo vigor de excepcionalidade.

Especial não é ser o dono de uma rede de televisão. Especial é ter sido camelô, ter acreditado que poderia vender eletrodomésticos via um carnê, e com a animação de um programa de auditório ter conquistado esse império.

Especial não é o ouro, eleito pela humanidade como símbolo da riqueza. Especial é o bicho da seda, que opera a transformação de um verme num patrimônio.

Especial não é o filhote de um dálmata de pedigree ser vendido por R$ 500,00. Especial é a ninhada da vira-lata Catita, que salvou uma criança do ataque de um "pit-bull", ter sido comprada por esse mesmo valor.

Especial não é se apaixonar pela Gisele Bündchen. Especial é se re-apaixonar pela sua esposa, 20 anos após.

Especial não é ter sido o homem mais rico do mundo, no seu tempo. Especial é ter ficado órfão aos sete anos de idade, ter crescido a 1 500km da sua casa, ter sido criado como ajudante numa mercearia , enfrentado a todo um sistema de poder e de preconceitos, ser brasileiro e ter se transformado no Barão de Mauá.

Importante nessa luta pela vida, é a luta interior, que travamos conosco mesmo. Não podemos ser tomados por uma síndrome de que o sucesso só acontece fora da gente. E, não podemos ser dominados por uma sensação de incapacidade, de lugar comum.

Cada um de nós escolhe a quem imitar. Isso começa logo cedo. Nossos pais, parentes, amigos da vizinhança. Uma professora. Um artista, um profissional, um empresário. E, passando o tempo, vamos abandonando essa imitação e caminhamos para sermos nós mesmos.
A chave de tudo isso é um dom antigo da sabedoria humana. Olhar, prestar atenção, ter respeito e admiração por alguém que representa algo que gostaríamos de ser um dia, e, necessariamente superar. Esse estado nos coloca em regime de atenção para as coisas boas, nobres, talentosas dessa outra pessoa. Um inimigo pode fazer muito por nós, se nos revela ângulos inteligentes para competirmos. O inverso dessa atitude inteligente é o de menosprezar o crescimento dos outros. É o de sempre procurar os defeitos e nunca as virtudes.

Esteja onde estiver nesse nosso imenso Brasil, olhe ao seu redor. Procure na sua cidade, no seu bairro, no seu estado. Preste atenção nas pessoas que estão sendo especiais. Fazendo a diferença acontecer.

Concorrente nos negócios, estudante, profissional, na família, na vida. Eduque a sua energia para aprender com as vigorosas fontes do próximo. Começar copiando não é desonra é elogio. Criar o seu próprio modelo será a evolução natural disso tudo, pois temos dentro de nós a obrigação de perseguirmos a nossa essência.

Faça isso tudo com velocidade. O tempo não pára. Liberte-se daqueles "enroscos de rio" e use a força da corrente a seu favor. Realidade é o que você pensa! Comece agora a sua lista de especialidades e, inclua-se nela!

José Luiz Tejon Megido é autor do livro "O Vôo do Cisne", professor de MBA de marketing e vendas da ESPM e mestre em educação, artes e história da cultura.

   
 
Fonte: Texto extraído do site www.robertoshinyashiki.com.br
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Os males da procrastinação.
 
 

Segundo estudos feitos pela empresa norte-americana Solomon & Rothblum, 65% dos alunos do ensino médio daquele país desejam aprender a parar de deixar as coisas "para depois". O mesmo problema afeta a todos em sua equipe? É a temida procrastinação. Vamos deixando para depois aquela tarefa que precisa ser feita. Segundo psicólogos, isso acontece porque nosso subconsciente vê o atraso como uma maneira de diminuir o tempo que deveríamos dedicar àquela tarefa. Se não gostamos de determinada tarefa, de preencher um relatório, por exemplo, o deixamos para o final do dia, para aquela horinha que nunca sobra.

Algumas maneiras para você parar de procrastinar:

1. Trabalhos burocráticos. O ideal é tocar no papel apenas uma vez. Tenha uma hora durante o seu expediente em que você irá lidar com toda sua papelada: relatórios, e-mails, memorandos internos, pedidos de material/ressarcimento de despesas, entre outras. Evite interrupções (telefonemas, por exemplo) nessa hora.

2. Tarefas que lhe são desagradáveis. Use a mesma estratégia que você usa com seu filho pequeno: nada de sobremesa enquanto não comer as verduras. Da mesma forma, deixe as suas tarefas preferidas para o final de seu dia, começando com aquelas que o "torturam". Sobram razões para isso. Ao estabelecer um "prêmio", seu corpo e mente faz de tudo para merecê-lo. No final do expediente, você está mais cansado, mas não sente a fadiga ao fazer aquilo que lhe dá mais prazer (sua produtividade não cai). Além disso, terminando o dia com algo gostoso de fazer permite que você vá para casa de bom humor.

3. Tarefas grandes ou complexas. Divida a tarefa em várias tarefas menores e estabeleça datas para o começo e término de cada uma. Por exemplo, de segunda de manhã até quarta na hora do almoço, coletar informações. De quarta a quinta, montar o esqueleto do projeto, e assim por diante. Além disso, use a rotina a seu favor. Procure destinar os dias mais desocupados para realizar as tarefas maiores.

Brasílio Andrade Neto é redator-chefe da revista VendaMais.

   
 
Fonte: www.lideraonline.com.br
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A celebração de cada dia.
 
 

Comemorar e celebrar são a mesma coisa? Com o passar dos anos e das gerações, palavras novas vão surgindo, algumas vão caindo em desuso e outras adquirem novos significados. Penso que este é o caso de celebração, quando comparada com comemoração, no seu sentido popular.

Comemoração, por exemplo, é interpretada e realizada como festa. Comemoram-se aniversários da nascimento, de casamento, de fundação, prêmios obtidos e momentos especiais.

Algumas empresas têm várias e boas razões para comemorar: lançamentos de novos produtos, metas atingidas ou superadas, prêmios diversos, lucros extraordinários, inauguração de novas instalações, aquisições ou fusões e muitos outros motivos.

Em princípio, a celebração teria mais ou menos o mesmo sentido da comemoração, mas hoje, no jargão organizacional, celebrar passa a ter um significado mais profundo, mais interativo, menos “festeiro”.

Celebrar é compartilhar alegrias e vitórias, sem bandas e fanfarras. Celebra-se de modo discreto, quase silencioso, mas nem por isso menos intenso e verdadeiro. Para serem celebradas, não precisam ser grandes as alegrias e vitórias, até porque estas não têm tamanho, peso nem altura. Ou são ou não são. Se são, devem ser celebradas.

Você celebra, por exemplo, quando manifesta claramente que reconhece a importância ou a qualidade de um colega. É preciso que se saiba que há um significado transcendente em cada gesto de reconhecimento, porque mexe com intensos sentimentos atávicos do ser humano. Em toda pessoa, há sempre um componente que merece ser celebrado, basta querermos ver e reconhecer. Talvez poucas formas de celebração sejam tão poderosas e gratificantes quanto o reconhecimento por um trabalho bem feito, uma ação meritória ou uma atitude digna.

Você pode celebrar juntamente com o colega a alegria dele pela entrada na faculdade, pela compra da primeira casa ou do primeiro carro, pelo nascimento de um filho, pelo casamento, pela promoção.

Celebração é algo que tem muito mais a ver com o coração do que com a razão, e pode-se fazê-la apenas com palavras, gestos ou preces, o que não seria possível numa comemoração, que está mais para festa. Portanto, são coisas diferentes, mas nem por isso uma é mais ou menos importante que outra.

Uma significativa diferença entre ambas é que as comemorações geralmente têm data certa para acontecer. As celebrações, não. Podem ocorrer a qualquer momento, em qualquer dia, basta saber que alguém realizou um sonho, superou um desafio, ganhou uma nova competência ou está vivenciando algo que o deixa feliz.

Com um abraço caloroso e sincero, você pode celebrar o encontro diário com o colega a cada manhã que o encontra no trabalho. As equipes sinérgicas e coesas costumam permutar celebrações entre seus membros, porque a alegria ou o sucesso de um é compartilhado com os demais. A base de qualquer modelo de gestão que pretenda ser um diferencial competitivo está diretamente condicionada à capacidade dos seus membros em celebrar as alegrias, vitórias e talentos uns dos outros.

Um elogio, um abraço, um gesto carinhoso ou fraternal, um e-mail de afago, um presente, um alegre telefonema inesperado... Estes exemplos de celebração mostram uma particularidade que deveria entusiasmar as empresas a estimulá-la entre seus colaboradores: pode ser feita a custo praticamente zero ? o que não se pode dizer em relação às comemorações.

As comemorações agradam ao ego; as celebrações agradam ao espírito. Talvez por isso as primeiras sejam mais comuns e mais freqüentes nas organizações. Muitas empresas ainda permitem que seu modelo de gestão de pessoas seja influenciado e avaliado pela satisfação dos egos dos seus gestores e, nessas condições, há pouco espaço para celebrações e muitas razões para comemorações, ainda que por razões às vezes questionáveis.

Por fim, é importante destacar que, mesmo com tantas diferenças práticas, há algo em comum e essencial entre comemoração e celebração. Algo tão fundamental que é quem de fato legitima sua autenticidade: em ambas, comemoração ou celebração, é absolutamente indispensável a presença do sorriso que sai do coração.

Sem isso, estaremos falando de outras coisas, menos de celebração e comemoração.

Floriano Serra é psicólogo, diretor de Recursos Humanos e Qualidade de Vida da APSEN Farmacêutica e presidente do IPAT – Instituto Paulista de Análise Transacional.


   
 
Fonte: www.lideraonline.com.br
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Somos o que pensamos SER
 
 

E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre toso réptil que se move sobre a terra. (Gênesis: 1:26)

Os nossos pensamentos têm poderosa força e são eles que colaboram ou não na elevada realização de nossa vida. Para uma mudança mental positiva é necessário extrair o que há de negativo em nossa mente dia após dia, pondo em seu lugar o que há de realmente positivo na construção de verdadeiros objetivos. Confiante que a natureza raramente falha. Os resultados demonstrarão uma mentalidade favorecedora, cuja estrutura foi formada por pensamentos construtivos, podendo assim, plantar o que quiser.

Quando desejamos muito um bem de qualquer espécie nós o adquirimos, levando-se em conta que o profundo e verdadeiro desejo determina a metade desta trajetória a ser percorrida. Querer de verdade e não apenas desejar superficialmente.

Além do desejo, o conhecimento e a observação fazem-se necessários. Nossas capacidades psicológicas vão além do que percebemos e pobremente avaliamos as possibilidades de crescimento. Crê-se que o “destino” limitante é inevitável, dificultando assim, a busca por uma forma de se viver cada vez mais em plenitude.

Muitas pessoas aparentam pesar constante em virtude da mentalidade que se lhes instalou. Há um estado de eterna fragilidade que aguarda o amparo. Ficar apenas se lamentando da má sorte é sofrer ainda mais. Esperar pelo milagre é somar frustração ao desespero, diferente de se ter fé para alimentar a perseverança.

Como esperar uma colheita sem ao menos ter plantado? E, pior, usar as sementes da pior qualidade será inevitável colher frutos ruins. É lei da natureza retribuir ao bom plantio com o melhor resultado, indo às vezes além das nossas expectativas.

Necessário se faz, com muita vontade e persistência, deixar o mau hábito de maldizer a tudo, coisa que retarda o desenvolvimento. O ardente desejo de melhorar e o reconhecimento do próprio estado faz parte do trabalho a ser realizado, com a finalidade de trocar o tipo de hábito mental.

É preciso compor novos objetivos à vida, reais e profundos. Aquilo que verdadeiramente toca a essência, no íntimo. Deve-se dedicar muita concentração aos novos passos dados, fazendo um levantamento acerca de tudo o que se pensa, requerendo honestidade e paciência para consigo mesmo. Não é fácil aceitar os próprios erros. Lembrar-se que cada pensamento é parte do todo mental. Logo, será desejável que esta parte integrante seja positiva, é claro!

A meta é transformar o negativo em positivo, alertando que este processo ocorre cotidianamente. Da mesma forma que levou tempo para edificar o negativo, assim também ocorre para o positivo. Contudo, é suficiente iniciar esta verdadeira revolução interna para se obter as primeiras e gratificantes sensações.

A natureza nos é o grande exemplo para a observação: plantio-colheita. Se plantarmos batata, será batata que colheremos, não adiantando se lastimar, tendo, por engano, plantado uma coisa e desejar colher outra. Por exemplo: beterraba. Para tal, plantasse beterraba.

Percebe-se que o terreno mental funciona de forma similar. Se plantarmos o negativo, o colheremos. Plantemos o positivo para uma colheita favorável. Deve-se dar maior concentração a estes pensamentos para que se transformem em hábito.

Caminhar cegamente já ocupou tempo demasiado. Conforme observamos e dirigimos os pensamentos, nós os tornamos parte de nossa personalidade, expressando-a externamente através dos nossos comportamentos ou o jeito de ser.

Cabe ressaltar a importância de se manter em exercício tais atividades, uma vez que a continuidade é quem pode trazer os resultados que tanto se deseja. Pois, não perde a robustez ou porte atlético aquele que não mais se exercita?

Capacidade para superação de problemas e crescimento nos foi dada ao nascer. Eis a justiça das possibilidades que habita nosso interior, dependendo de como e até onde queremos ir, com fé, conhecimento e persistência. Este poder nos foi concedido pelo Criador, o qual nos concedeu vida a sua imagem e semelhança. Somos o que pensamos ser. Portanto, o que desejamos para nós?

   
 
Fonte: Texto extraído do site www.rumoaosucesso.com.br
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Os exterminadores do Sucesso
 
 

É muito comum nos dias de hoje encontrarmos muitas pessoas que estão procurando o segredo para o sucesso. Um passe de mágica que irá levá-los a realizar todos os seus sonhos. Estão focados no que precisam ou no que está faltando, e muitas vezes se esquecem do que esta as impedindo. A maioria das pessoas que querem, mas, não conseguem avançar e conquistar já estão prontas, preparadas e até mesmo maduras para serem um vencedor. Neste momento surge uma pergunta o que está dando errado? Por que estas pessoas nunca conseguem sair da classe dos querem ter sucesso, para a classe dos que já tem sucesso? A resposta é simples: é deixar de olhar para o que está faltando e se concentrar no que está impedindo. Existem três inimigos que cada dia que passa está impedindo cada vez mais milhares de pessoas de obter o sucesso tão sonhado e desejado. Eu os chamo de os exterminadores do sucesso.

O primeiro exterminador é o espírito de facilidade . Este exterminador tem sido alimentado diariamente pela modernidade. Há muitas pessoas que não conseguiram aproveitar a tecnologia, ela as levou a uma prisão, a serem escravos, e o que é pior, a serem dependentes da facilidade. Elas só se movem, só vão para frente, só conquistam e principalmente só arriscam se tudo for bem fácil. Para estas pessoas o sucesso tem que estar relacionado a apertar um botão, ou navegar pela Internet, se no meio do caminho ou até mesmo antes de começarem a caminhada elas descobrem que vão encontrar qualquer dificuldade, qualquer obstáculo ou qualquer pedra elas deixam o fracasso tomar conta de seus pensamentos. Todos nós conhecemos um ditado que diz, que somente no dicionário o sucesso vem antes de trabalho. Não existe sucesso sem esforço.

O segundo exterminador é a zona de conforto . Qualquer equipe ou pessoa pode entrar na zona de conforto que é o lugar da nossa última realização. Infelizmente as pessoas têm feito de suas conquistas não um degrau para outras conquistas, mas, um estacionamento. Um dia elas já se esforçaram para ter sucesso para conquistar alguma coisa, um dia há muito tempo atrás. Hoje em dia estão sempre dizendo, eu sei que posso mais, eu sei que tenho potencial, eu sei que se eu quiser realizo todos os meus sonhos, eu posso ter um salário melhor, posso trocar minha casa, meu carro. Só que não estou preparado, não tenho mais forças para passar por tudo aquilo de novo. É melhor ficar por aqui mesmo. Sempre que olhamos para trás nossas conquistas são grandes, mas, quando olhamos para frente descobrimos que são insignificantes.

O terceiro são as decisões erradas . Existem três classes de pessoas, a primeira classe são aquelas que infelizmente vivem em meio a tantas duvidas que não conseguem decidir. Estão sempre coxeando entre dois pensamentos. Vou ou não vou, faço ou não faço. Vou para esquerda ou para direita. A segunda classe são aquelas que decidem facilmente, elas não ficam matutando o que fazer, não calculam os riscos ou prejuízos, são aquelas pessoas ousadas, mas, que infelizmente sempre decidem errado, e estão pagando caro por essas decisões erradas ao longo da vida. Quantas pessoas, equipes ou empresas que você conhece que foram destruídas por causa de uma decisão errada. Em apenas um segundo tomamos uma decisão errada que muitas vezes leva anos para ser corrigida, quando conseguimos. A terceira classe são as pessoas que decidem corretamente. O sucesso não está em tomar decisões, mas, tomar decisões corretamente. Lembre-se disso quando tiver que tomar uma decisão na vida: PARA SER VENCEDOR É NECESSARIO VENCER OS EXTERMINADORES DO SUCESSO, ESPIRITO DE FACILIDADE, ZONA DE CONFORTO E DECISÕES ERRADAS.

Weder de Assis é conferencista empresarial nas áreas de motivação e desenvolvimento da capacidade e excelência humana.

   
 
Fonte: Texto extraído do site www.rumoaosucesso.com.br
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Por que escrever um Plano de Negócios?
 
 

A tarefa de escrever um plano de negócios não é uma tarefa fácil. Isso se você nunca escreveu um e não tem a menor idéia de como começar. O propósito de se escrever um Plano de Negócios fica bastante claro quando se verifica a quantidade de benefícios que um Plano de Negócios pode trazer para sua empresa. Através desta ferramenta de gestão, você consegue planejar e decidir a respeito do futuro de sua empresa, tendo como base o seu passado, sua situação atual em relação ao mercado, aos clientes e à concorrência. Com o Plano de Negócios é possível identificar os riscos e propor planos para minimizá-los e até mesmo evitá-los; identificar seus pontos fortes e fracos em relação a concorrência e o ambiente de negócio em que você atua; conhecer seu mercado e definir estratégias de marketing para seus produtos e serviços; analisar o desempenho financeiro de seu negócio, avaliar investimentos, retorno sobre o capital investido; enfim, você terá um poderoso guia que norteará todas as ações de sua empresa. Como se nota, o Plano de Negócios não é uma ferramenta estática, pelo contrário, é uma ferramenta extremamente dinâmica e deve ser atualizado e utilizado periodicamente.

A cultura de planejamento ainda não está totalmente difundida no Brasil, ao contrário de outros países, como por exemplo os Estados Unidos, onde o Plano de Negócios é o passaporte e o pré-requisito básico para a abertura e gerenciamento do dia-a-dia de qualquer negócio, independente de seu tipo ou porte.

Mas essa situação tem mudado rapidamente nos últimos anos devido a vários fatores, principalmente pelo fato de muitas instituições, bancos, órgãos governamentais (MCT, BNDES, CNPQ, etc) estarem exigindo o Plano de Negócios como base para a análise e concessão de crédito, financiamento e recursos às empresas, entidades etc. O Plano de Negócios está, cada vez mais, tornando-se a principal arma de gestão que um empresário pode utilizar visando o sucesso de seu empreendimento. Por essa razão, é necessário que se entenda o que significa escrever um Plano de Negócios, como proceder, o que escrever e como utilizá-lo para as diversas finalidades a que se propõe.

O Plano de Negócios serve também como um cartão de visitas da empresa e como um instrumento de apresentação do negócio de forma concisa, mas que engloba todas as suas principais características. Alguns dos possíveis públicos para o seu Plano de Negócios estão listados a seguir:

Incubadoras de empresas : com o objetivo de se tornar uma empresa incubada.

Sócios potenciais : para estabelecer acordos e direção.

Parceiros : para estabelecimento de estratégias conjuntas.

Bancos : para outorgar financiamentos.

Intermediários : pessoas que ajudam a vender o seu negócio.

Investidores : empresas de capital de risco, pessoas jurídicas e outros interessados.

Gerentes de Marketing : para desenvolver planos de marketing.

Executivos de alto nível : para aprovar e alocar recursos.

F ornecedores: para outorgar crédito para compra de mercadorias e matéria prima.

Gente talentosa : que você deseja contratar para fazer parte da sua empresa.

A própria empresa : para comunicação interna com os empregados.

Os clientes potenciais : para vender o produto/serviço.

Já que é tão importante escrever um Plano de Negócios para sua empresa, você deve estar ansioso em saber o que é o Plano de Negócios!

O que é o Plano de Negócios?

O plano de negócios é um documento usado para descrever seu negócio. As seções que compõem um Plano de Negócios geralmente são padronizadas para facilitar o entendimento. Cada uma das seções do plano tem um propósito específico. Um Plano de Negócios para uma pequena empresa pode ser menor que o de uma grande organização, não ultrapassando talvez 10-12 páginas. Muitas seções podem ser mais curtas que outras e até ser menor que uma única página de papel. Mas para se chegar ao formato final geralmente são feitas muitas versões e revisões do Plano até que esteja adequado ao público alvo do mesmo. Não existe uma estrutura rígida e específica para se escrever um Plano de Negócios, porém, qualquer Plano de Negócios deve possuir um mínimo de seções as quais proporcionam um entendimento completo do negócio. Estas seções são organizadas de forma a manter uma seqüência lógica que permita a qualquer leitor do Plano de Negócios entender como sua empresa é organizada, seus objetivos, seus produtos e serviços, seu mercado, sua estratégia de marketing e sua situação financeira.

A seguir, encontra-se uma proposta de estrutura para a confecção de um Plano de Negócios. Seu formato foi obtido a partir da análise de várias publicações, artigos, livros e Planos de Negócios reais utilizados por várias empresas. No entendimento do autor deste manual, essa proposta de estrutura é a que melhor se aplica à situação geral das empresas brasileiras. Porém, dependendo do público alvo de seu Plano de Negócios, você provavelmente terá que apresentar estruturas distintas da aqui proposta. No entanto, as informações normalmente requisitadas poderão ser extraídas desse modelo.

Estrutura de um Plano de Negócios

O Plano de Negócios é composto por várias seções que se relacionam e permitem um entendimento global do negócio de forma escrita e em poucas páginas. Como já foi mencionado, este padrão de estrutura de um Plano de Negócios foi definido com base em estudos e observação de Planos de Negócios de empresas reais. Assim, acredita-se que esta estrutura proposta está adequada ao propósito deste manual, que foca esse público alvo.

Cada seção está explicada em detalhes ao longo deste manual visando tornar a tarefa de escrever o Plano de Negócios de sua empresa mais simples e organizada. A seguir, encontra-se uma descrição sucinta de cada uma das seções do Plano de Negócios.

Capa: A capa, apesar de não parecer, é uma das partes mais importantes do Plano de Negócios, pois é a primeira coisa que é visualizada por quem lê o seu Plano de Negócios, devendo portanto ser feita de maneira limpa e com as informações necessárias e pertinentes.

Sumário: O sumário deve conter o título de cada seção do Plano de Negócios e a página respectiva onde se encontra.

Sumário Executivo: O Sumário Executivo é a principal seção do seu Plano de Negócios. Através do Sumário Executivo é que o leitor decidirá se continua ou não a ler o seu Plano de Negócios. Portanto, deve ser escrito com muita atenção, revisado várias vezes e conter uma síntese das principais informações que constam em seu Plano de Negócios. Deve ainda ser dirigido ao público alvo do seu Plano de Negócios e explicitar qual o objetivo do Plano de Negócios em relação ao leitor (ex.: requisição de financiamento junto a bancos, capital de risco, apresentação da empresa para potenciais parceiros ou clientes etc.). O Sumário Executivo deve ser a última seção a ser escrita, pois depende de todas as outras seções do plano para ser feita. - Planejamento Estratégico do Negócio A seção de planejamento estratégico é onde você define os rumos de sua empresa, sua situação atual, suas metas e objetivos de negócio, bem como a descrição da visão e missão de sua empresa. É a base para o desenvolvimento e implantação das demais ações de sua empresa.

Descrição da Empresa: Nesta seção você deve descrever sua empresa, seu histórico, crescimento/faturamento dos últimos anos, sua razão social, impostos, estrutura organizacional, localização, parcerias, serviços terceirizados etc.

Produtos e Serviços: Nesta seção do seu Plano de Negócios você deve descrever quais são seus produtos e serviços, como são produzidos, ciclo de vida, fatores tecnológicos envolvidos, pesquisa e desenvolvimento, principais clientes atuais, se detém marca e/ou patente de algum produto etc.

Análise de Mercado: Na seção de Análise de Mercado, você deverá mostrar que conhece muito bem o mercado consumidor do seu produto/serviço (através de pesquisas de mercado): como está segmentado, as características do consumidor, análise da concorrência, a sua participação de mercado e a dos principais concorrentes, os riscos do negócio etc.

Plano de Marketing: O Plano de Marketing apresenta como você pretende vender seu produto/serviço e conquistar seus clientes, manter o interesse dos mesmos e aumentar a demanda. Deve abordar seus métodos de comercialização, diferenciais do produto/serviço para o cliente, política de preços, projeção de vendas, canais de distribuição e estratégias de promoção/comunicação e publicidade.

Plano Financeiro: A seção de finanças deve apresentar em números todas as ações planejadas de sua empresa e as comprovações, através de projeções futuras (quanto precisa de capital, quando e com que propósito), de sucesso do negócio. Deve conter itens como fluxo de caixa com horizonte de 3 anos, balanço, ponto de equilíbrio, necessidades de investimento, lucratividade prevista, prazo de retorno sobre investimentos etc. - Anexos Esta seção deve conter todas as informações que você julgar relevantes para o melhor entendimento de seu Plano de Negócios. Por isso, não tem um limite de páginas ou exigências a serem seguidas. A única informação que você não pode esquecer de incluir é a relação dos curriculum vitae dos sócios da empresa. Você poderá anexar ainda informações como fotos de produtos, plantas da localização, roteiro e resultados completos das pesquisas de mercado que você realizou, material de divulgação de seu negócio, folders, catálogos, estatutos, contrato social da empresa, planilhas financeiras detalhadas etc.

Esteja sempre a um passo de fazer o futuro: O poder da sua pesquisa deve obrigatoriamente criar e inovar, e sendo assim a ferramenta de um bom planejamento irá contribuir para que os passos do seu negócio sejam organizadamente trabalhados. Não se esqueça que a qualidade do que se pretende fazer estará diretamente ligada aos talentos formados dentro da sua equipe e parceiros. A riqueza do como fazer ficará por conta da competência e equilíbrio emocional instalado entre tecnologias e capital humano formando um conjunto adequado pela medida das necessidades projetadas para o mercado.

* Sérgio Dal Sasso é administrador especializado em gestão de negócios formado pela FEA-USP, pós-graduado em finanças (USP) e MBA em Varejo pela USP. Diretor fundador da comunidade “Grandes Profissionais”, e das revistas digitais “Gente, gestores & empreendedores” e “Tendências” que abordam temas como evolução profissional e vendas & marketing, respectivamente.

Autor: José Dornellas,

   
 
Fonte: Texto extraído do site www.planodenegocios.com.br
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Roubo no supermercado
 
 

Estabelecimento comercial não responde por assalto ocorrido dentro da loja e que tenha causado danos ao consumidor. O entendimento é da juíza Lindalva Soares Silva, da 11ª Vara Cível do Rio de Janeiro. A juíza livrou uma rede de atacadista de indenizar um consumidor que teve seus objetos roubados dentro da loja por assaltantes.

Segundo os autos, o cliente chegou ao supermercado, foi cumprimentado pela recepcionista, mas logo depois acabou surpreendido por um assaltante que pegou a chave de seu carro e a bateria do celular. Depois, a vítima foi conduzida até o depósito e o ladrão roubou sua pulseira, seu relógio e mais R$ 350 em dinheiro.

Alegando ter sofrido danos morais e materiais, o cliente entrou com ação de indenização contra o supermercado. Para se defender, o advogado da empresa alegou que o pedido que o supermercado fora tão vítima quanto o cliente.

A juíza acolheu o argumento da empresa. Para ela, “o assalto a estabelecimento comercial destinado a comercialização de produtos a seus consumidores é fato absolutamente alheios aos riscos de seu negócio, cabendo ressaltar que não é obrigado a prestar segurança a seus clientes, uma vez que nem mesmo ao próprio Estado, a quem o dever de segurança é constitucionalmente atribuído pode ser exigido que se evite cada violação à integridade pessoal de alguém ou que este sofra alguma violência”.

“Trata-se de fortuito externo, onde o fato era imprevisível e inevitável, bem como estranho à organização do negócio, o que exonera o réu do dever de indenizar. Inexiste nexo causal entre a atividade negocial exercida pelo réu e o fato danoso, não se podendo reconhecer sua responsabilidade civil.” Cabe recurso da decisão. ( Processo 2005.001.022936-8)

Revista Consultor Jurídico, 25 de fevereiro de 2006 , por Priscyla Costa : é repórter da revista.

 

   
 
Fonte: www.conjur.com.br
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Preço dos transtornos
 
 

Antecipação de vôo, troca de conexões sem aviso prévio, chegada atrasada, adiantamento no retorno e troca de assentos no avião sem comunicação prévia são motivos para pedir indenização. O entendimento é da 2ª Turma Recursal Cível dos Juizados Especiais Cíveis do Rio Grande do Sul, que condenou a Gol Transportes Aéreos a indenizar casal em R$ 2 mil por danos morais.

O casal alegou que as passagens para a cidade de Natal foram adquiridas com três meses de antecedência. Mas, oito dias antes da viagem, houve antecipação do vôo e inclusão de duas conexões, nos estados do Rio de Janeiro e Recife, o que atrasou em três horas a chegada. Utilizando a mesma empresa aérea para retornar, ocorreram outros transtornos, novamente sem aviso prévio, como a antecipação do vôo e a colocação dos passageiros em assentos diferenciados. O casal afirmou que somente após muita reclamação conseguiu sentar junto.

A Gol alegou que comunicou previamente aos passageiros sobre as alterações no vôo e que esse tipo de mudança é contrária à sua vontade e ao controle da companhia aérea.

O relator, juiz João Pedro Cavalli Júnior, salientou que o caso trata de uma relação de consumo. Citou o artigo 14 do Código de Defesa do Consumidor que afirma que “o fornecedor de serviços responde independentemente da existência da culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre fruição e riscos”. E afirmou que não há dúvidas em que houve dano moral pelos transtornos sofridos.

“O adiantamento dos vôos, inclusão das conexões e troca de assentos causou transtorno, cansaço, frustração e incômodo, pois os autores planejaram antecipadamente suas férias, compraram passagens com três meses de antecedência e, quando do momento da fruição foram surpreendidos com as alterações apresentadas.” Acompanharam o voto do relator os juízes Luiz Antônio Alves Capra e Clóvis Moacyr Mattana Ramos. ( Processo 71.000.816.280)

 

 

   
 
Fonte: www.conjur.com.br
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Cara e lenta
 
 

Cada brasileiro paga por ano R$ 108,00 para manter em funcionamento o aparato de Justiça no país. Mesmo assim, mais da metade dos processos que chegam aos tribunais não é julgado no prazo de um ano.

Os dados estatísticos sobre o Poder Judiciário Brasileiro, referentes ao ano de 2003, levantados em estudo realizado pelo Supremo Tribunal Federal, foram apresentados em 06/5/05 pelo presidente daquela corte, ministro Nélson Jobim, em palestra na Universidade de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo.

Segundo o presidente do Supremo de cada 100 processos que dão entrada na Justiça, consideradas as esferas federal, estadual e trabalhista, em 2003, apenas 41 foram julgados naquele mesmo ano. Os outros 59 foram acumulados ao estoque de processos em atraso que entulham os juizados e tribunais brasileiros. Do total de processos, cerca de 10 milhões correm na primeira instância.

Em 2003, segundo o levantamento do STF, deram entrada nas diferentes esferas judiciais, 17.494.906 processos, o que dá uma média de um processo para cada grupo de dez habitantes do país. Destes foram julgados 7.172.911 e foram para a gaveta 10.321.995.

A primeira instância da Justiça Federal, é a menos eficiente das esferas do Judiciário: deixou de julgar 81% dos processos no ano abrangido pela pesquisa. A segunda instância da Justiça do Trabalho, é a mais eficiente, com apenas 21% de processos não julgados. Entre os tribunais superiores, o Tribunal Superior do Trabalho não julgou 69% dos processos e o STF, 59%. O Superior Tribunal de Justiça foi o mais eficiente, deixando de julgar 31% dos recursos.

O presidente do Supremo informou também que, em 2003, a Justiça brasileira, em seu conjunto, consumiu um orçamento de R$ 19 bilhões. Isso equivale dizer que naquele ano cada brasileiro arcou com R$ 108,00 para garantir o funcionamento do Judiciário.

Para Jobim, a baixa produtividade do Judiciário não pode ser creditada simplesmente ao desempenho ou qualidade dos juízes. "Os 13 mil juízes do Brasil são muito competentes, na grande maioria. O problema é do sistema, e não das pessoas”.

O Brasil conta com 13.747 juizes, o que dá uma média de 7,6 juízes por 100 mil habitantes, uma taxa, que segundo o presidente do Supremo, supera levemente a considerada como ideal pela Organização das Nações Unidas. “A massa dos juizes é boa, qualificada. O sistema é que não permite que desenvolva seu trabalho a contento”.

Segundo Jobim, a “individualidade das decisões” é um dos maiores empecilhos para que a Justiça flua com maior celeridade. Por isso mesmo, acredita que instrumentos como a Súmula Vinculante possam dar maior velocidade aos processos.

Ressalte-se que quando se fala de “processo julgado”, não é a mesma coisa de se falar de “processo resolvido”, porque quase sempre existe a possibilidade de recurso. Para Jobim a falta de “definitividade” das decisões de primeira instância é uma das principais razões da multiplicação e do acúmulo de processos. “Temos de trabalhar no fortalecimento das Justiças dos Estados e fazer com que a decisão de primeiro grau se torne definitiva”, recomenda Jobim.

Referiu-se também à importância da reforma processual que deverá criar dispositivos para facilitar o trânsito dos processos pela Justiça. “Hoje, as 'regras de trânsito' são nosso principal problema, e é por isso que apresentamos ao Congresso proposta de reforma processual.”

“O problema, repito, não é das pessoas, é do sistema", disse Jobim. Para o presidente do STF, a nota do Judiciário brasileiro é 4,2. “Não sou eu quem dou. É o sistema”.

* Nota da editora: Selecionei esta matéria publicada, em data não recente, 7 de maio de 2005, na Revista Consultor Jurídico, para permitir elucidar as entraves que resultam na demora de andamento das ações judiciais, que corresponde a grande problemática da parcela dos advogados que militam na busca de uma Justiça efetiva e eficaz.

   
 
Fonte: www.conjur.com.br
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Direito de informação
 
 

A publicação, em jornal, de fotografia, sem a autorização exigida pelas circunstâncias, constitui ofensa ao direito de imagem, não se confundindo com o direito de informação. Com esse entendimento, a 3ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo condenou o jornal Diário Popular (hoje Diário de São Paulo) a pagar indenização equivalente a 100 salários mínimos a Valdik Leite Trigueiro. Vítima de tentativa de assalto, Trigueiro teve sua foto, ao lado de um irmão, publicada no jornal. Em seguida à publicação da foto o irmão da vítima foi assassinado.

Condenado em primeira instância, o jornal ingressou com recurso no TJ alegando, em preliminar, cerceamento de defesa. Sustentou que o juiz não teria determinado a produção de provas. No mérito, pediu a improcedência da ação, pois a publicação da imagem do autor seria de interesse público.

O motivo da ação foi a publicação de uma fotografia de Trigueiro, junto com um irmão, logo depois de ter sofrido uma tentativa de assalto. Ele estava internado num hospital, recuperando-se dos disparos de arma de fogo, quando foi abordado pelo fotógrafo do jornal. Trigueiro pediu ao repórter fotográfico que não divulgasse a foto, temendo eventual represália do autor do homicídio. Não foi atendido, e em seguida o irmão, que aparecia a seu lado na foto, foi assassinado a tiros, no próprio hospital.

“Embora de inteira pertinência a súplica, e de questionável o interesse público na divulgação, tendo a fotografia estampada no periódico da apelante, logo abaixo do noticiário da morte do seu irmão e da indignação que tomou conta da família, donde violado o seu direito de preservação da própria imagem, resultando o dano moral do fato ofensivo”, apontou o relator Waldemar Nogueira Filho.

Revista Consultor Jurídico, 22 de fevereiro de 2006 , por Fernando Porfíri, Fonte: www.conjur.com.br

 

   
 
Fonte: www.conjur.com.br
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Plano de saúde é obrigado a cobrir tratamento domiciliar.
 
 

A 12ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais anulou uma cláusula contratual, de um plano de saúde, que proibia a cobertura de fornecimento de medicação fora do ambiente hospitalar.

Em razão de um acidente automobilístico, o usuário do plano de saúde sofreu lesão medular e fratura de duas vértebras, ficando paraplégico, necessitando de medicação intravenosa. O médico responsável pelo atendimento prescreveu a medicação e recomendou tratamento durante 30 dias, com aplicação do medicamento em domicílio.

A administradora do plano de saúde não liberou a aplicação do medicamento fora do hospital, alegando falta de cobertura contratual. Ela argumenta que "se as internações como fossem uma constante, não sobrariam médicos e enfermeiros para atendimentos nos hospitais, já que todos deveriam estar nas ruas, atendendo aos pacientes "caseiros"."

Por outro lado, o relator da apelação, desembargador José Flávio de Almeida, afirma que "não é preciso ser profissional da área de saúde para saber que a intimidade e o aconchego do lar são favoráveis à recuperação do enfermo, que ali recebe os cuidados e o carinho dos familiares, ao contrário do tratamento hospitalar, que, não raro, reflete no ânimo dos internados, acarretando, inclusive, quadros depressivos".

O desembargador chama a atenção ainda para o fato de que a manutenção do paciente por 30 dias no hospital seria mais dispendiosa para a cooperativa médica e que a desocupação dos leitos por pacientes que não necessitem de internação, disponibiliza-os para outros que necessitam de tratamento com internação hospitalar.

A cooperativa médica foi condenada também a ressarcir o paciente da quantia de R$7.245,06 gasta por ele com medicamentos.

   
 
Fonte : TJMG- publicado no Diário da Justiça em 1 0/02/06), texto extraído do site www.debatejuridico.com.br
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Banco indenizará por falha em serviço de caixa eletrônico.
 
 

Se o banco optou por disponibilizar aos seus clientes o serviço de caixa eletrônico, dispensando a prestação de serviços por pessoal qualificado, assume o dever de oferecê-lo com qualidade e segurança, oferecendo aos usuários sistemas ágeis e confiáveis.

Com esse entendimento, a 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais condenou uma instituição bancária a ressarcir a um empresário de Belo Horizonte o valor de um cheque depositado por ele em caixa eletrônico, que não foi creditado em sua conta-corrente.

Em março de 2001, a fim de minimizar o saldo negativo de sua conta, o empresário efetuou um depósito em cheque, no valor de R$1.000,00, em um caixa eletrônico, com previsão de lançamento do valor para o mesmo dia. Porém, não houve a compensação do cheque, o que resultou em saldo negativo da conta durante os meses de março, abril e maio, com cobrança de juros pela utilização de cheque especial.

O cliente ajuizou ação de indenização por dano material, a fim de ter compensado o cheque depositado, além da devolução do que o banco lhe cobrou indevidamente pela falta de saldo. Requereu também danos morais, alegando ter sido privado de realização de compras através de "redeshop", passando por situação vexatória.

O juiz da 17ª Vara Cível de Belo Horizonte deferiu apenas o dano material, determinando que o banco calcule o saldo bancário do cliente considerando o depósito de R$1.000,00 e devolva a ele os valores descontados indevidamente, decisão que foi confirmada pelo Tribunal de Justiça.

O banco alegou que o depósito não foi realizado porque o envelope que deveria conter o cheque estava vazio, mas um extrato comprova que o depósito realmente foi feito.

A instituição informou ainda que o envelope não estava violado quando foi conferido, e que o valor registrado no comprovante de depósito é referente ao que é digitado pelo depositante no caixa eletrônico no momento da operação, e ainda que o depósito só é confirmado após a conferência dos envelopes inseridos na máquina.

No entanto, os desembargadores Evangelina Castilho Duarte (relatora), Alberto Vilas Boas e Alberto Aluízio Pacheco de Andrade entenderam que o banco não comprovou a ausência de defeito no serviço prestado.

Segundo a relatora, "é de se entender que o banco possua documentos emitidos pelos dois funcionários que abrem os envelopes de depósitos efetivados nos caixas eletrônicos, relatando as irregularidades encontradas, ou que possua o relatório produzido por sua inspetoria".

No entanto, mesmo podendo produzir essas provas, o banco não se interessou, segundo a desembargadora, a apresentar nenhuma delas.

   
 
Fonte : TJMG- publicado no Diário da Justiça em 19/12/05, texto extraído do site www.debatejuridico.com.br
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Trabalhista: Franquia não é terceirização de mão-de-obra.
 
 

Para a 9ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-SP), a franquia empresarial não é terceirização de mão-de-obra. Com base neste entendimento, a turma decidiu que a empresa franqueadora não responde solidariamente pelos direitos trabalhistas dos empregados da franqueada.

Um ex-contratado da 2 Mil Post Office S/C Ltda., empresa que explora uma franquia da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, entrou com processo na 63ª Vara do Trabalho de São Paulo, reclamando vínculo empregatício e verbas trabalhistas.

O reclamante ainda pediu que os Correios também respondessem à ação, por entender que o serviço prestado por ele favorecia tanto a franqueadora, quanto a empresa que o contratara.

A vara reconheceu o vínculo empregatício do trabalhador com a 2 Mil e condenou os Correios, subsidiariamente, na quitação dos direitos trabalhistas do reclamante, sob o fundamento de que houve , na verdade, "intermediação de mão-de-obra".

Inconformada com a sentença, a Empresa de Correios recorreu ao TRT-SP sustentando que apenas firmou contrato de franquia com a 2 Mil, não se beneficiando do trabalho do reclamante.

De acordo com a juíza Jane Granzoto Torres da Silva, relatora do Recurso Ordinário no tribunal, o fenômeno jurídico da terceirização, calcado na intermediação de mão-de-obra, implica em responsabilidade do tomador de serviços pelos contratos de trabalho estabelecidos pela prestadora de serviços, em razão de ser o beneficiário final das tarefas realizadas pelos laboristas".

Segundo a relatora, "no entanto, a situação sub examem não aponta a figura jurídica da locação de mão-de-obra, mas sim, relação comercial firmada entre empresas – franquia empresarial –, na forma estabelecida pela Lei 8955/94, o que nem de longe se assemelha à intermediação de mão de obra aventada na exordial e disciplinada na jurisprudência."

"O fato de a recorrente estabelecer parâmetros quanto à execução dos serviços, isoladamente não caracteriza terceirização de mão-de-obra. (...) A supervisão, o estabelecimento de linhas básicas, tais como taxas e forma de realização de serviços, apenas visam a fiscalização quanto ao objeto central do contrato entabulado, de modo a resguardar a utilização da marca", observou a juíza Jane Granzoto.

Assim, para a relatora, a Empresa de Correios "não é a beneficiária dos serviços prestados pelos empregados contratados pela reclamada 2 Mil Post Office S/C Ltda., mas somente se beneficia do resultado final da exploração de sua marca".

Os juízes da 9ª Turma acompanharam o voto da relatora por unanimidade, afastando a responsabilidade dos Correios, "impondo-se a extinção do processo sem julgamento do mérito, nos termos do artigo 267, VI, do CPC". (RO 01294.2003.063.02.00-0)

   
 
Fonte : TRT-SP - texto extraído do site www.debatejuridico.com.br
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