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Significado e origem dos símbolos de Natal:
O simbolismo que cerca os objetos natalinos
Fonte:www.nsrasalette.org.br
A árvore de Natal: Surgiu na Alemanha, no século XVI, mas deve ter existido muito antes desta época, porém sem registros históricos que se tenha notícia. Conta a tradição, que a 1ª Árvore de Natal foi montada por Martinho Lutero, o fundador do protestantismo.Certa noite fria de inverno, poucos dias antes do Natal, Lutero passeava por um bosque de pinheiros, e, de repente, olhando para o céu viu as estrelas brilhando entre os ramos dessas árvores, parecendo luzes de velas a cintilar na noite gelada.Lutero voltou para casa levando consigo um pinheirinho, e o enfeitou com pequenas velas acesas. Logo depois, no Natal de 1525, ele reuniu as crianças de sua cidade, e lhes disse: "As velas do pinheiro simbolizam as estrelas do céu, de onde o Menino Jesus veio para salvar o mundo".Hoje, a Árvore de Natal é um símbolo de vida, vida que nasce, cresce e morre, tal qual toda a Humanidade. Como sabemos, no inverno rigoroso dos países do Hemisfério Norte, debaixo da neve constante, as árvores perdem suas folhas e somente o pinheiro permanece verde. Desse modo, a Árvore de Natal representa a figura de Cristo, a verdadeira vida, Deus eterno, em qualquer lugar e em qualquer tempo.Jesus é vida, vida que vem a nós todos no Natal!
Os presentes de Natal: Os Reis Magos que vieram do Oriente: Gaspar, Baltazar e Belquior, a fim de adorar o Deus-Menino, trouxeram- lhe presentes: ouro, incenso e mirra. O ouro simbolizava a realeza de Jesus, Rei do Universo; o incenso, Sua divindade, como Filho de Deus; e a mirra, que é uma erva amarga, o Seu sofrimento, como Salvador da Humanidade. Foram os presentes dos Reis Magos, que deram origem à tradição de se dar presentes na época do Natal. As datas para se dar esses presentes, ainda variam de país para país até hoje, nas diversas regiões do mundo.Na Espanha, no México, por exemplo, os presentes são trocados no dia 06 de janeiro, que é o Dia de Reis. Acredita-se, nesses países, que os Magos, todos os anos nessa mesma noite, passam a caminho de Belém, onde Jesus nasceu, deixando pelo caminho percorrido presentes para todas as crianças.Na França, os adultos dão presentes uns aos outros na véspera do Ano Novo, 31 de dezembro, enquanto as crianças ganham brinquedos no dia 24 de dezembro. Em algumas regiões da Alemanha, é costume dizer que quem traz para as crianças os presentes de Natal, é o próprio Menino Jesus. Nos Estados Unidos, como no Brasil, as crianças costumam esperar pelos presentes na véspera do Natal.Os presentes simbolizam o próprio Jesus, o Maior dos presentes, que nos foi dado por Deus, na grande noite de Natal! O Filho de Deus é, sem dúvida, o maior e o melhor dos presentes que ganhamos em todos os Natais da nossa vida, e, ao darmos um presente a alguém, estamos ofertando nosso próprio amor, junto com toda a nossa alegria pelo nascimento do Salvador do Mundo.
O Papai Noel: Hoje em dia, quando pensamos em Natal, imaginamos logo a figura do Papai Noel, aquele que é o grande símbolo do Natal, sem dúvida! Embora o ponto central dessa grande festa seja o Menino Jesus, a figura simpática do velhinho carregado de presentes, ocupa lugar nas nossas mais longínquas reminiscências da infância, é a grande "mola propulsora" dos apelos consumistas, utilizado sobremaneira pelas lojas nesta época do ano, constituindo-se, sem dúvida alguma, como um dos maiores símbolos da nossa festa do Natal. Acredita-se que a origem do Papai Noel está ligada ao Bispo São Nicolau, que viveu na Ásia Menor, na cidade de Mira, séc. IV. Esse Bispo era muito generoso, muito caridoso, ajudava muito aos necessitados, e, na época do Natal dava presentes em quantidade, especialmente para as crianças enquanto dormiam. Entretanto, existem muitas outras histórias sobre o Papai Noel, como:Existem lugares do mundo em que a figura do Papai Noel está associada a São Martinho, e também a um personagem muito misterioso, chamado Ruprecht, que não se sabe de onde surgiu.Em algumas regiões da Rússia, o povo tem outra versão para o bondoso velhinho: dizem que durante a Idade Média, depois de uma terrível peste que matou muita gente, deixando inúmeras crianças órfãs,Noé- o mesmo do relato da Bíblia, que construiu a grande arca e escapou do dilúvio - pediu a Deus permissão para vir à terra trazer presentes para esses órfãos, disfarçado numa roupa vermelha e botas pretas.Como na Rússia e em outros países do Hemisfério Norte, o Natal ocorre no inverno, período de muita neve, o Papai Noel vem sempre em seu trenó, puxado por renas. Mas, o verdadeiro simbolismo da figura do Papai Noel é, sem dúvida, a generosidade, o carinho, o desprendimento, a alegria de dar presentes para ver todos felizes, comemorando todos os anos o aniversário de Jesus.
A Ceia de natal: Simboliza e relembra a Santa Ceia do Senhor, realizada um dia antes da Sua morte na Cruz, quando Ele e Seus discípulos comemoravam a Páscoa dos judeus.Toda ceia é sempre um momento de reunião em família.É quando, através dos alimentos, se conserva a vida material do corpo.Bem mais do que isso, a Ceia de Natal é a comemoração da vida verdadeira, a vida espiritual, que nos é dada por Cristo, o Filho de Deus.Uma tradição natalina são as frutas típicas do inverno (no Hemisfério Norte, o Natal ocorre no inverno):castanhas, nozes, amêndoas, avelãs, que são simbólicas e representam a humildade de um riquíssimo alimento, bastante nutritivo, e que se encontra debaixo de uma dura casca.Do mesmo modo, sob a forma de uma frágil criança, o Menino-Deus, o Deus Todo-Poderoso, apresenta-se ao mundo no Natal.É costume, também, colocar na mesa na Ceia de Natal, uma vela acesa que simboliza o Cristo vivo, unindo-nos fraternalmente em torno Dele.
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“Fechado Para Balanço”: Auto-Estima.
Para amar alguém é necessário, primeiramente, nos amarmos.
Autor desconhecido
A. criatura humana possui uma resistência à mudança, e geralmente isso impede o indivíduo a despertar as suas habilidades e valores e a livrar-se do sofrimento, a auto-estima é um passo fundamental rumo ao despertar de suas habilidades e crescer em experiências positivas e edificantes, nós perdemos muito tempo de nossa vida tentando buscar respostas que a própria experiência da vida pode nos fornecer, muitas pessoas me perguntam, existe vida após a morte? Mas adequadamente eu lhes peço que façam a pergunta correta, existe vida após o nascimento? Hoje o que vemos em nosso mundo é que existe existência após o nascimento, mas que estamos em torpor, completamente desligados de nós mesmos, estamos em estado de sono, muito até com pesadelos infindáveis de sofrimentos, eu lhe pergunto: existe vida após o nascimento? Para se chegar a essa resposta precisamos viver, mudar, evoluir, ser, portanto auto-estima é um fragmento precioso rumo à felicidade, rumo à vivenciar a vida , auto-estima não é um conjunto de objetivos que devemos seguir ou alcançar, muitos profissionais conceituam a auto-estima como a nossa auto-imagem ou o nosso auto-conceito, eu prefiro dizer que auto-estima é o encontro de você com você mesmo, é a integração do amor com o Eu, o auto amor.
Hoje sabemos que o ser humano faz de tudo para preservar a sua auto-imagem , mas devido ao inter-relacionamento, aos poucos nos vamos diminuindo esta imagem que fazemos de nós e suas principais causas começam justamente quando somos crianças, onde nossos pais nos chamam de desajeitadas, preguiçosas e muitas vezes nem prestam atenção aos nossos comportamentos positivos e ainda nos censura e nos compara com outras pessoas, sem falar que transformam os nossos erros em grandes fracassos, pois erros podem ser corrigidos, mas quando colocamos em nossa mente que fracassamos isso perdurará por muito tempo, determinando a nossa baixa estima.
Mas ainda existem muitas e muitas maneiras de se perder a auto-estima, mas também existe muitas outras para se reconstruir, redescobrindo assim os seus verdadeiros potenciais.
Na verdade eu pessoalmente acredito que para amar alguém é necessário primeiramente nos amarmos, para podermos entrar em sintonia com pessoas que verdadeiramente nos ame, dessa forma é imprescindível esse amor profundo para conosco primeiramente, encher o pote para doar.
Na infância buscamos pelo amor de nossos pais, por isso fazemos de tudo para agradá-los, com o passar dos anos os efeitos dessa relação pais e filhos no aprendizado emocional é uma chave importante para definirmos a nossa personalidade e nossos padrões de comportamento, além da família, outros padrões são inseridos em nosso desenvolvimento, padrões vindos de nossos professores, religião, sociedade e outros, que esculpe pouco a pouco a nossa identidade e que tipo de pessoa eu sou e vou ser.
As crenças ocupam papel fundamental e geralmente somos impelidos a dar muito de nós mesmos para obter a apreciação dos outros, pode parecer estranho, mas para obter consideração, e bons olhos de nossos amigos e familiares fazemos de tudo, ou o processo pode ser o inverso e tornamo-nos rebeldes para assim chamarmos a devida atenção.
Para se elevar à auto-estima é necessário re-aprender a como se fazer isso, por ex: na faculdade ou no colégio, fazemos as lições, estudamos, mas nem sempre obtemos as notas que realmente merecemos, por que geralmente estudamos da maneira errada, na nossa vida o mesmo acontece, portanto é imprescindível re-aprender a se auto-amar, isso pode mudar afinal todos nós temos potencial.
Você pode perguntar-se, mas para que se ter auto-estima?
Se tivermos auto-estima, estamos preparados e não vulneráveis para qualquer comentário ao nosso redor, podemos filtrá-los, avaliá-los e descartá-los como inválidos, e assim ter uma auto-imagem positiva de nós, realmente nos amarmos com nossos limites e aspirações e assim sermos felizes.
Podemos entender que podemos trabalhar aqueles comportamentos morais indesejáveis e ir buscando novas experiências ilimitadas, hoje pensamos que só podemos nadar neste pequeno aquário, mas sabemos que quando usamos nosso mais profundo potencial estaremos livre para alcançar o oceano.As pessoas que não acreditam em auto-amor, auto-estima ou auto-imagem estão ligadas a alguma forma de sofrimento, são pessoas negativas e pouco ponderadas, pois não acreditam que possam ser felizes, e a busca da felicidade é uma das nossas mais profundas metas, estamos nesse mundo para sermos felizes, eis uma profunda decisão que você tem de tomar, Eu quero ser feliz!!!, a criatura humana interpretou mal esse objetivo e hoje busca mais o ter do que o ser, por isso o mundo esta assim, as pessoas se tornaram hedonistas, ou seja buscam o prazer para serem felizes, mas a felicidade se baseia também em suas conseqüências, podemos perceber que a nossa felicidade jamais pode ser construída em cima da tristeza ou infelicidade dos outros, avaliar em profundidade o significado de felicidade é importantíssimo, por isso a arte da felicidade se baseia em uma profunda reflexão do seu caminho.
A primeira dica para aprender a auto-estima é praticar um pequeno gesto diário de elogio à alguém que realmente se destacou em algo, é algo simples, mas que repetitivamente produz um efeito espelho eficaz, pois o elogio permanece por muito tempo dentro do coração da pessoa e sua vibração vai ser de tal intensidade que acabará não somente por contagiá-la, mas por retribuí-la não intencionalmente, mas naturalmente .
Eu vou lhe dar algumas dicas preciosas para elevar essa auto-estima , anote cada uma delas e coloque –as como seu objetivo que pode se diário , semanal ou mensal ,entenda que quando você coloca algo no papel a sua mente interpreta como algo que deve ser realizado e estimula assim a vontade.
Você pode adquirir este trabalho e colocá-lo totalmente em prática, são 10 passos imprescindíveis a sua modificação, esta alteração será sentido em seu comportamento, idéias e aspirações e modificará a sua vibração, alterando sutilmente a sua sintonia e assim o processo de identificação com estados mais positivos e saudáveis irão perpetuar.Fazemos votos de êxito em sua jornada.
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COMBATA OS SEUS URUBUS INTERNOS. |
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Conto de Natal:
Pensando no Natal...
Por César Romão
O cansaço pela vida chegou ao coração de Melissa. A perda de tantas emoções ao longo de sua vida, assim como a ingratidão das pessoas, as desavenças com a família que tanto queria que fosse unida, fez dela uma mulher em eterna depressão, onde não mais notava o amor do marido e nem dos filhos.
- Para que viver?
Era a pergunta que ela mais se fazia.
- De que vale a vida?
Era sua busca diária constante.
Com esse quadro, não demorou muito para que as medicações tomassem o espaço de seu livre arbítrio. Ela não mais decidia sequer sobre seu sono, pois ele só acontecia com a ajuda da química, que anestesia nossa mente e nos afasta, por alguns instantes apenas, da realidade em que vivemos.
O Natal já se aproximava.
Mas, este ano seria diferente! Ela sequer pensava em preparar sua árvore, tampouco sua casa. Ela não tinha mais o que comemorar.
Sentindo-se incompreendida por tudo e por todos, Melissa deixa seu lar e vai morar sozinha, quando faltavam apenas 10 dias para o Natal.
E, na sua solidão, muitas outras perguntas surgiam e outras dúvidas mais varriam sua mente.
- Minha vida não vale nada! Ninguém sentiria minha falta depois de alguns dias de minha morte! É sempre assim: as pessoas passam e pronto... – dizia ela a si mesma.
Sai então a passear de carro pelas ruas, tentando arejar sua cabeça, e vê muita gente em clima de festa. Ambientes em clima de festa e volta a se questionar:
- No fundo, somos todos hipócritas: festejamos algo que acreditamos, mas não praticamos; não temos força para deixar de praticar aquilo que combatemos. Quando passar o Natal, estas pessoas vão voltar ao seu normal, com suas individualidades, seus egoísmos e seu bater de ombros para tudo que realmente interessa nesta vida. Estou cansada de tudo isto, Natal é coisa passageira, e pior ainda, falam e enaltecem o Cristo neste dia e logo depois nem lembram as promessas que fizeram na Ceia. As pessoas sempre esquecem suas promessas por terem medo e incapacidade de cumpri-las...
Já era tarde, e ela sequer notou que seu carro ficou sem gasolina. Vinha se esquecendo de fazer muitas coisas corriqueiras e abastecer o carro foi uma delas.
Sentiu que estava ainda mais certa sobre o individualismo das pessoas, quando pediu ajuda e ninguém lhe deu atenção. Ficou ali, com o carro parado naquele bairro escuro, em meio à marginal do rio Pinheiros, olhando os suntuosos luminosos com as propagandas que assolam o longo muro do Jockey Club de São Paulo.
- E daí? – pensou ela – Ninguém está nem aí pra mim mesmo! A vida é muito estranha e as pessoas mais ainda.
Notou a presença de alguém chegando, e pensou: Se fosse em outros tempos eu já estaria apavorada. Vão me assaltar! Mas, do jeito que estou, que assaltem e quem sabe me tiram este fardo pesado que é viver...
Olhou para o lado e logo foi gritando:
- Atire! Atire logo, não tenho nada para você roubar...
Neste exato momento, um barulho estourado aconteceu e ela se viu no chão, ao lado de um homem que falava com ela.
- Estou morta? Consegui? Agora vou ficar em paz!
- Bem minha senhora, nem sempre podemos fugir tão facilmente assim de nossa missão nessa existência. Ao nosso lado está uma criança muito ferida. Precisamos ajudá-la! Venha, tenho conhecimentos de primeiros socorros e, talvez, possamos salvá-la. Infelizmente seus pais não tiveram a mesma sorte... – disse o homem.
Melissa disse então:
- Deus poderia tirar minha vida e dá-la a esta criança desfigurada, agora em meus braços, e à sua família dentro carro...
O homem exclamou:
- Assim seja senhora!
Ela sentiu-se um pouco estranha e, logo, percebeu que as pessoas envolvidas no acidente eram os membros de sua família. Tentou tocá-las, mas parecia que ninguém a notava.
Buscou o homem com quem conversou e percebeu que apenas ele podia notá-la. Perguntou a ele como podia ser isso. Ele lhe explicou dizendo:
- Seu pedido foi atendido. Você deu a sua vida por esta família.
- Mas, esta é a minha família... – disse Melissa ao homem.
- Eu sei... – respondeu ele – Eles a procuravam por toda a cidade, pois hoje é véspera de Natal, e todos sofriam pela sua ausência. Sofriam porque a amam e, essas pessoas todas que estão chegando ao local também chorando, são suas amigas que largaram tudo na Ceia de Natal para vir prestar suas dores, aqui mesmo, no local do acidente. E você sempre pensou que nenhuma delas nada sentia por sua pessoa.
Melissa percebeu que, durante muito tempo em sua vida, não soube responder com amor ao amor que recebeu das pessoas e, então, disse ao homem: - Se Deus me desse mais uma chance, eu mudaria e jamais deixaria meus amigos, meus filhos e meu marido. Faria por eles tudo que deixei de fazer! Daria a eles meu amor, de maneira incondicional!
- Assim seja feito! – disse o homem.
Melissa, então, olhou para o lado e logo foi gritando:
- Atire! Atire logo, não tenho nada para você roubar...
E, nesse momento, uma mão lhe tocou o rosto dizendo:
- Calma, meu amor, sou eu! Seu marido! E, logo depois, ouviu-se, um barulho estourado... Era do escapamento de um caminhão que por ali passava. Em seguida, os filhos de Melissa saíam do carro indo ao seu encontro, e outros carros estacionavam e, deles, desciam suas amigas.
Seus filhos a abraçaram e disseram:
- Venha mamãe! Procuramos pela senhora por toda a cidade nesta Noite de Natal. Queremos mudar as nossas e a sua vida e, para isso, vamos rezar e comemorar Jesus, para que, juntos, Ele nos faça encontrar a felicidade novamente! Melissa abraça o marido e os filhos e nota, do outro lado da Marginal, o Homem com o qual conversou, acenando-lhe um adeus e caminhando sobre as águas do rio, desaparecendo na névoa daquela noite...
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Regra da Competência: Administração do Tempo
"Enquanto você não se der valor, não valorizará seu tempo.
Enquanto não der valor ao tempo, não fará nada de importante."
(M. Scott Peck)
Por Tom Coelho
Fonte:www.vocesa.com.br
O tempo é o mais democrático dos recursos. Pouco importa sua idade, escolaridade ou condição sócio-econômica - todos temos 24 horas diárias, e a forma como as utilizamos justifica nossos resultados e nos diferencia.
Temos a sensação constante de que o tempo acelerou. Os dias parecem mais breves. Quando se vê, mais um mês se passou. E diante da rotina, das atividades meramente operacionais a que nos entregamos, a angústia e a frustração podem nos visitar.
Por isso, é fundamental tomar consciência de que administrar o tempo é administrar a própria vida.
Diante disso, proponho que você redija sua constituição pessoal. Primeiramente, identifique os valores que governam sua vida. Em seguida, coloque-os em ordem de prioridade, fazendo escolhas. Depois, escreva um pequeno parágrafo para cada um destes valores. É o momento de unir razão e emoção, cabeça e coração. Por fim, leia esta sua pequena lista com freqüência e tome suas decisões com base nela.
Peter Drucker, em seu último livro "The Effective Executive in Action", sentencia que gerenciar o tempo é a base da eficácia. E o guru desafia você a responder algumas questões:
O que eu estou fazendo que não precisa ser feito?
O que eu estou fazendo que poderia ser feito por outra pessoa?
O que eu estou fazendo que só eu posso fazer?
O que eu deveria fazer que não estou fazendo?
Responder a estas questões com olhos atentos em sua constituição pessoal, certamente, sinalizará a necessidade de delegar atividades, de retomar o foco em suas metas pessoais ou de corrigir rotas.
Um dos instrumentos mais difundidos em termos de Gestão do Tempo é a chamada "matriz", que divide as tarefas a partir de sua urgência e importância.
O primeiro quadrante reúne atividades urgentes e importantes. São reuniões, atividades com prazos definidos e eventuais crises. Estas tarefas devem ser feitas de imediato e da melhor forma possível.
O segundo quadrante engloba as atividades importantes, porém não urgentes. São tarefas que demandam planejamento, envolvem aprendizado e criatividade e que
podem trazer consigo grandes oportunidades. Todavia, quando procrastinadas, são promovidas ao quadrante anterior, exigindo urgência em seu tratamento.
No terceiro quadrante residem as atividades que correspondem aos maiores desperdiçadores de tempo. São as tarefas urgentes, mas não importantes, como telefonemas, relatórios, correspondências e até interrupções. Livre-se delas rapidamente, pois não contribuem com suas metas.
Por fim, o último quadrante da matriz de gerenciamento do tempo contém atividades que não são importantes e também não são urgentes. Trata-se de trabalho irrelevante, telefonemas inúteis, situações alienantes, apego aos detalhes. Enfim, pura perda de tempo. Aqui nada se produz.
E então, como você tem distribuído suas tarefas?
Autor: Tom Coelho é formado em Economia pela FEA/US.
Fonte:www.catho.com.br
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Você não tem tempo para nada?
Saiba alguns sintomas do desperdício de tempo
Por Alessandra Fontana
Você esqueceu o aniversário do filho, o telefone não pára de tocar, sua secretária está lhe pedindo um documento e um cliente espera, há horas, sentado na sua frente. Seu dia precisava ter 72 horas? Então, seja bem-vindo ao imenso grupo dos que não sabem administrar o tempo. Antonio Carlos Rodrigues de Moraes, autor do livro Combatendo o Inimigo - Aprenda a Evitar o Stress e Gerenciar seu Tempo (Editora Gente), recomenda: "Planeje seu dia, sua semana e encontre o momento exato para fazer as coisas". Parece o óbvio do óbvio, mas pouca gente sabe priorizar atividades. "Não dá para fazer tudo? Então elabore uma seleção e elimine o menos importante", aconselha Álvaro Esteves, autor de Uma Questão de Tempo (Editora Objetiva). Uma das vilãs dodesperdício de tempo é a procrastinação - o velho e mau hábito de empurrar tudo com a barriga. Veja se alguns destes sintomas lhe são familiares (e anote alguns antídotos que podem acabar com esse mal... a tempo).
Perfeccionista
A vontade de fazer um trabalho sempre excepcionalmente bem-feito é tamanha que ele perde o tempo em estudos e preparações e acaba fazendo tudo só na ultimíssima hora.
Antídoto: estabeleça dois prazos finais e use o espaço de tempo entre um e outro para dar "aquele" acabamento.
Fantasioso
Este é um sujeito sensacional para ter idéias, mas um fiasco na hora de concretizá-las. Pode funcionar ao lado de outros mais ativos, mas sozinho é um problema.
Antídoto: fale menos sobre suas idéias aos outros do que a si mesmo e antecipe o prazo de finalização, de maneira a usar esse tempo extra para tornar o trabalho ainda maior e mais criativo.
Medroso
Quando uma tarefa ou projeto pousa na mesa dele, o mundo cai. O medo de tomar o caminho errado ou de chocar alguém com sua decisão o transforma numa estátua paralítica.
Antídoto: use recursos simples de neurolingüística, como dizer a si mesmo "Vai, vai" diante da primeira e de todas as outras sensações de medo que sentir no trabalho.
Criador de crises
Ele só funciona no último minuto e sob pressão, quando o prazo está estourando e os colegas da equipe já estão arrancando os cabelos. Não move uma palha enquanto não ouvir o alarme. Pode até alcançar alguma genialidade, mesmo a 1 minuto do tempo regulamentar. Mas, a essa altura, já está precipitando todo mundo numa loucura que deveria ser só dele.
Antídoto: crie um plano pessoal de recompensas regado a adrenalina -como aventuras de mountain biking ou rafting - para forçar-se a terminar tudo rápido e daí cair na estrada.
Raivoso
Mistura as obrigações do trabalho com os sentimentos que tem em relação a outras pessoas envolvidas no processo. Então, ou não faz o trabalho a tempo, ou faz, mas tudo errado, transbordando de raiva.
Antídoto: tente encontrar algo de muito recompensador no trabalho, foque nisso e, ao final, deixe claro a seus superiores que ficou bastante satisfeito enquanto o realizava.
Faz-tudo
Também conhecidíssimo, este pega várias coisas para fazer e depois, claro, não consegue dar conta de quase nada. A desculpa é sempre a mesma: "Não deu, sabe, estou meio atolado..."
Antídoto: priorize tarefas e aprenda a dizer não. Melhor ainda: N-Ã-O!
Caça-prazeres
O nome diz tudo. Ele não termina o trabalho porque acredita, francamente, que há outras coisas mais prazerosas para fazer. Entre escolher um enrosco daqueles e uma delícia logo ali, ele não titubeia, fica só na mamata.
Antídoto: troque o que você entende como "sofrimento" por "inconveniência temporária". Depois pense o quão satisfeito e feliz você vai ficar quando a tarefa estiver totalmente resolvida.
Por Alessandra Fontana.fonte:www.vocesa.com.br
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Fonte: www.leilanavarro.com.br
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Regra da Competência: Estabelecimento de Metas
"A fórmula da minha felicidade: um sim, um não, uma linha reta, um objetivo."(Friedrich Nietzsche)
Por Tom Coelho
Temos o hábito de confundir desejos com metas...
Desejo é uma expectativa - consciente ou inconsciente - de possuir ou alcançar algo. Mora no plano subjetivo, no mundo das aspirações, e pode jamais se concretizar. Um exemplo muito comum de desejo ocorre quando dizemos: "Quero comprar uma casa".
Já uma meta é revestida pela objetividade. Deve ser redigida e apresentar cinco características fundamentais:
Especificidade Uma meta deve ser amplamente definida. Comprar uma casa com 125 metros quadrados de área total, três dormitórios e duas vagas de garagem é uma meta. E quanto maior seu detalhamento, mais palpável ela se torna! Assim, o ideal é definir cores e padrões de acabamento do imóvel projetado, entre outros aspectos.
Mensurabilidade Sua meta deve ser quantificável. É preciso saber o valor que a casa definida em nosso exemplo demandará, em termos de investimento financeiro, por exemplo.
Exeqüibilidade A meta tem que ser alcançável, possível, viável. Assim, analise quais recursos você tem hoje e quanto deverá poupar a fim de adquirir o imóvel planejado.
Relevância A meta tem que ser importante, significativa, desafiadora. É evidente que uma casa atende a estes requisitos, pois confere segurança e estabilidade para quem a adquire, mas imagine o caso de metas corporativas, como a elevação da participação relativa no mercado. De nada adianta propor metas pouco ousadas que não estimulem e desafiem os membros da equipe.
Temporalidade Esta é a característica derradeira e mais negligenciada na redação de uma meta. É imprescindível sempre determinar prazos para seu início e sua conclusão.
Por isso, estabeleça e mantenha o foco. Várias flechas não garantem o acerto do alvo, e vários alvos confundem o arqueiro.
Esteja preparado para os tombos – um obstáculo é apenas uma das etapas do seu plano.
Use a vaidade e o dinheiro como bons estímulos, jamais como objetivos.
Redija suas metas de forma nítida, cuidando para que elas sejam específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e temporais.
Dê todo o seu esforço e a sua imaginação para alcançá-las.
E, finalmente, lembrando Richard Carlson, "Pense no que você tem em vez do que gostaria de ter. A felicidade não pode ser atingida quando estamos o tempo todo desejando novas metas. Quando você focaliza não o que se deseja, mas o que tem, termina obtendo mais do que gostaria".
Por Tom Coelho é formado em Economia pela FEA/USP
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O executivo e o coaching em Marketing pessoal
O que é coach?
Por Sílvio Celestino
De repente surge uma nova palavra no seu dicionário que você nem sabia que estava lá: coaching. E ainda por cima querem saber se você tem um coach, se é um coachee e como está seu coaching. Vida dura essa de executivo. Enquanto você trabalha, outros criam palavras para infernizar.
Mas, felizmente, dessa vez criaram algo para ajudá-lo. Desde que você não caia nas mãos desses que se auto-declaram coaches sem nunca terem se preparado para isso.Vamos resumir o significado de cada uma dessas novas palavras do "seu" dicionário:
Coaching é o processo de desenvolvimento de competências. Competência é a capacidade de agir, de realizar ações em direção a um objetivo, metas e desejos. É um processo de investigação e reflexão. Descoberta pessoal de fraqueza e qualidades. Aumento da consciência de si. Aumento da capacidade de responsabilizar-se pela própria vida com estrutura e foco. O processo oferece feedback realista e apoio.
Coach, literalmente "técnico" em inglês, é o profissional especializado no processo de desenvolvimento. É o coach que conduz o processo, levando o cliente a refletir, tirar as conclusões, definir ações e, principalmente, agir em direção a seus objetivos, metas e desejos. Curiosamente, coach significa também veículo utilizado para transporte de pessoas de um lugar a outro. De certo modo, o coach transporta seu cliente para seus objetivos.
Coachee é o nome que se dá ao cliente.
Portanto, não é difícil diante de todos esses elementos que compõem o processo de coaching, entender porque grandes atletas, artistas de cinema e agora empresários e executivos possuem um coach. Simplesmente porque os ajudam a chegar lá mais rapidamente. Seja "lá" onde for.
Segundo Rhandy di Stéfano, fundador do Integrated Coaching Institute, o processo de coaching surgiu devido ao histórico das organizações empresariais. Em resumo, durante as décadas de 1960 e 70, o empresário podia contar com a solução dos problemas a partir de experiências sua ou de seus empregados.
A necessidade de crescimento levou-o ao mercado de ações e este demandou maiores lucros que justificassem os investimentos. Além do aprimoramento dos processos internos das empresas, a demissão dos profissionais mais antigos e de maiores salários contribuiu para o aumento dos lucros. Entretanto, o efeito colateral foi que a experiência deixou a empresa junto com esses profissionais e os recém-contratados não tinham como lidar com todos os desafios que o crescimento permanente exige. A solução foi recontratar os funcionários antigos, mas como consultores externos.
Todavia, novos mercados significaram maiores mercados e o crescimento contínuo transformou as organizações numa rede de mini-empresas espalhadas por todo o planeta. Cada uma demandando essencialmente os mesmos recursos da empresa-mãe. Entre eles, o mais escasso de todos: liderança.
Consultores trabalham com processos e a liderança exige, além dos processos, a capacidade de trabalhar com pessoas em todas as suas dimensões, inclusive com suas emoções. Daí a necessidade de um novo profissional, alguém que seja capaz de desenvolver líderes: é o coach.
O coach desenvolve todos os aspectos da competência para que o líder possa executar bem sua tarefa e preferencialmente atinja um desempenho conhecido como peak performance. Ao contrário dos workaholics, pessoas viciadas em atividades, a pessoa que trabalha em peak performance é focada em resultados. O workaholic pode atingir uma fase conhecida como burn-out - é o esgotamento de caráter físico, intelectual ou emocional.
Já a pessoa em peak performance é capaz de gerar resultados sem comprometer sua existência humana. O que denota, portanto, que o desenvolvimento exigido abrange todas as áreas da vida: profissional, financeira, física, ontológica, social, relacionamento íntimo, intelecto, emocional e lazer. E é justamente por atingir outros aspectos do ser humano que o coaching desenvolveu-se para além das competências empresariais.
Hoje, existem basicamente dois tipos de coaching:
O coaching executivo, direcionado para desenvolvimento de competências de liderança, que foca as habilidades para produzir resultados e a modificação de comportamentos que reduzam sua efetividade.Pode ser direcionado para coaching de habilidades, performance, desenvolvimento ou negócios.
O coaching de desenvolvimento pessoal, direcionado para as competências em outras áreas além da profissional. Neste sentido, o processo pode atingir temas como: ser mais decisivo, melhorar a administração do tempo, valorizar diversidade, desenvolver potenciais, resolver conflitos, aumentar autoconfiança, comunicar-se com mais eficiência, entre outros.
Todo coaching é de desenvolvimento, não de respostas, entretanto, as empresas em particular e o mundo estão procurando pessoas hábeis em postos relevantes. Sendo assim, além do desenvolvimento propiciado pelo coaching, é importante que as pessoas se sintam inspiradas a ocuparem esses postos de destaque. É neste contexto que foi criado o coaching em Marketing Pessoal.
Acrescentando ao processo elementos oriundos do Marketing Estratégico e trabalhos de autores como Al Ries, Jack Trout, Peter Drucker, Lester Thurrow, Joseph Campbell entre outros, forma-se um conceito mais amplo sobre como se atingir o sucesso no mundo repleto de desafios em que vivemos.
O Coaching em Marketing acrescenta aos processos executivo e de desenvolvimento pessoal as competências necessárias para que o executivo seja catapultado para uma posição relevante em sua carreira. Deste modo, será capaz de perceber o mundo como um lugar de grandes oportunidades e compreender como preenchê-las com responsabilidade e competência. |
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Você é Chique?
Você sabe quem é quem quando vê essa pessoa interagir com alguém mais simples.
Por Célia Leão
Meu avô costumava dizer que você conhece verdadeiramente a educação de uma pessoa numa mesa de refeição, numa mesa de jogo ou quando você tem que usar o banheiro logo após a pessoa tê-lo feito... E eu acrescento a essa lista mais um item: você sabe quem é quem quando vê essa pessoa interagir com alguém mais simples...Será que nos lembramos sempre de cumprimentar o porteiro, o faxineiro e as demais pessoas que nos servem no local onde moramos? Será que todas as vezes que pedimos algo à nossa empregada, lembramos de acrescentar ao pedido o "por favor" e, feito o solicitado, lembramos de agradecer? Ser delicado e atencioso com o mais importante, com a pessoa famosa, com aquele que tem poder parece ser o óbvio esperado de nós... e há que se tomar cuidado com isso: parece que, a cada dia, cresce o número de seres humanos subservientes que, ante um famoso ou alguém de mais poder se desdobram em gentilezas e elogios! Ser "puxa-saco" é das indelicadezas maiores que conheço porque o que se vê é uma pessoa interagir de forma mentirosa com uma outra visando lucros futuros ou ganhos com aquele relacionamento. E o pior é aquele "puxa-saco" que subestima o agradado: todos temos sim sensibilidade e podemos perceber quem nutre afeto e carinho por nós e quem são aqueles que nos bajulam imaginando assim conseguir mais fama, mais projeção ou mais facilidades... Acho que essas pessoas pensam que isso é contagioso: não adianta estar perto do poderoso porque o poder é de outra pessoa, não adianta estar próximo dos muito ricos - o dinheiro não é nosso e nossa situação permanecerá a mesma... Infelizmente o que contamina é dengue, gripe, viroses; a fama, a riqueza, o poder - isso tudo pertence a quem os tem, são situações intransferíveis ... E quanto não são os assessores mais difíceis que os próprios executivos? E quantas não são as secretárias mais inflexíveis que seus presidentes? Que bobagem e que feio tentar fazer-se valer do poder de outros para auferir a si próprio importância que não lhe pertence! Que nos lembremos sempre: chique é ser simples, chique é sermos solidários com a dificuldade daqueles que, desde o nascimento não tiveram a mínima chance de nada. Chique é entendermos que todo ser humano sempre tem algo que acrescenta a nós mesmos: da mais simples pessoa que lhe serve ao mais alto executivo que você conheça...O sentar-se à mesa e manusear talheres de um modo impecável é um detalhe, é a "pós-graduação" da vida. O chique mesmo é saber viver sem preconceitos, querendo aprender com todos e em todas as circunstâncias, é treinar polidez e gentileza com aquele que pode um pouco menos. Só assim, diante de quem quer que seja, tudo o que vier de você soará natural. Será que temos agido assim ultimamente?
Célia Leão. Fonte: www.etiquetacelialeao.com.br
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Conta encerrada. Banco e cliente são responsáveis por cheque devolvido
Fonte: www.migalhas.com.br
Banco e cliente são responsáveis pela devolução de cheque furtado após encerramento da conta bancária e a conseqüente inscrição do consumidor nos cadastros de proteção ao crédito. O banco, por não verificar a assinatura, e o cliente, por não inutilizar os cheques após o encerramento da conta. O entendimento é da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça.
Os ministros acolheram parcialmente o recurso de uma consumidora, que pediu a nulidade do cheque e cancelamento do protesto, além de indenização por dano moral equivalente a cem salários mínimos. A indenização foi concedida, mas no valor de R$ 4 mil.
Nas instâncias anteriores, o pedido de nulidade do cheque e o cancelamento do protesto foram acolhidos. No entanto, a correntista foi condenada a pagar multa por litigância de má-fé porque não cumpriu a obrigação de inutilizar o talão ao encerrar a conta corrente.
Ela recorreu ao STJ. A relatora, ministra Nancy Andrighi, assinalou que a falta de cautela do banco em verificar a autenticidade da assinatura no cheque é que deu origem ao protesto do título e à inclusão do nome da consumidora no cadastro de inadimplentes.
A ministra ressaltou, ainda, que a devolução de cheque por motivo de assinatura errada não gera as conseqüências ocorridas. Com base na jurisprudência do STJ, ela destacou que o banco deve indenizar a ex-cliente que foi prejudicada pela falta de cuidado da instituição financeira.
A ministra Nancy Andrighi reconheceu, também, a culpa da consumidora que, ao deixar de inutilizar os talões de cheques, contribuiu para a ocorrência do dano. Considerando a culpa concorrente, o valor da indenização foi fixado em R$ 4 mil. A decisão foi unânime.
Fonte:www.conjur.com.br
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Fonte: www.migalhas.com.br |
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No caminho. São Paulo inaugura posto do Judiciário no Metrô
Fonte:www.conjur.com.br
O primeiro Juizado totalmente informatizado em São Paulo foi inaugurado dia 08 de dezembro, Dia da Justiça, no Metrô. O Juizado Especial Digital da Capital funcionará na Estação São Bento do Metrô. O local é um posto de atendimento expresso para reclamações relacionadas a direito do consumidor, com foco no atendimento de concessionárias de serviços públicos e bancários.
Serão duas salas com cerca de 120 metros quadrados. No local, o cidadão poderá apresentar sua ação, onde ela será registrada e imediatamente digitalizada. Ele sairá de lá já sabendo data e local da audiência da conciliação.
Além da integração com o meio de transporte mais eficiente de São Paulo, o posto funcionará em horários mais flexíveis que os dos fóruns tradicionais. A estação São Bento é uma das maiores de São Paulo, e de maior trânsito de pessoas por dia. O Metrô paulista transporta hoje cerca de 2,8 milhões de passageiros diariamente. Só naquela estação, circulam cerca de 120 mil pessoas.
O presidente do TJ paulista, desembargador Celso Limongi, declarou que a nova unidade é mais uma forma de aproximar o Poder Judiciário da população paulista. “Mais do que isso, temos de proporcionar ao cidadão o acesso a uma ordem jurídica justa e efetiva, em que a sentença seja realmente uma expressão de justiça, com qualidade e voltada aos interesses das pessoas”, disse Limongi.
Revista Consultor Jurídico, 8 de dezembro de 2006
Fonte:www.conjur.com.
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Preço da notícia. Editora JB é condenada a indenizar repórter do Estadão
A Editora JB, do empresário Nelson Tanure, que publica os jornais Gazeta Mercantil e Jornal do Brasil, foi condenada a pagar R$ 100 mil, valor corrigido a partir de janeiro, por danos morais ao jornalista Lourival Sant’Anna, do Estado de S. Paulo. Também terá de publicar, em 11 edições seguidas, nos dois jornais, a íntegra da sentença. A decisão de primeira instância se refere a uma ação movida por Sant’Anna no início do ano, após os dois jornais publicarem uma série de 11 reportagens contra ele em janeiro. Cabe recurso.
Nos textos, que não foram assinados, o jornalista do Estado é acusado de divulgar um dossiê “falsificado e apócrifo contra Nelson Tanure”, conforme detalhado na decisão assinada pela juíza Raquel Machado de Andrade. Segundo a juíza, “as inúmeras reportagens não deixam dúvidas de que os jornais editados pela ré veicularam diversas matérias ofensivas à honra subjetiva e objetiva do autor, dado seu caráter difamatório”. Ela também afirma que “há de se concluir, pois, que as onze reportagens, publicadas em série, não ficaram limitadas, exclusivamente, à transmissão e à narração dos fatos, eis que houve distorção e omissões da informação, atingindo a honra do autor.”
As 11 reportagens foram publicadas após Sant’Anna traçar, em dezembro do ano passado, no Estado, um perfil da carreira de Tanure quando o empresário demonstrou interesse em comprar a Varig. Os credores da empresa aérea vetaram a transferência de controle da Fundação Ruben Berta à Docas Investimentos, de Tanure — que desistiu do negócio em janeiro. O empresário entrou com uma queixa-crime contra o jornalista em janeiro.
A publicação das reportagens pelo Jornal do Brasil e a Gazeta Mercantil provocou o repúdio das duas principais associações jornalísticas do País, a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e a Federação Nacional dos Jornalistas.
A ABI declarou, na época, que via “com muito desconforto a situação contida nessa série de reportagens que o Jornal do Brasil vem publicando (...) que tem um teor muito agressivo e desprimoroso em relação ao jornalista Lourival Sant’Anna, que é um importante profissional da imprensa brasileira e um importante colaborador e funcionário do Estado de S.Paulo”.
Revista Consultor Jurídico, 9 de dezembro de 2006
Fonte:www.conjur.com
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Medo civil. Antidepressivos nos EUA terão alerta de risco de suicídio
por Claudio Julio Tognolli
Anti-depressivos destinados a pós-adolescentes nos Estados Unidos devem conter a indicação de que podem levar ao suicídio. A decisão é da FDA (Food and Drug Administration), a agência reguladora de medicamentos dos EUA, precavida contra as mais que prováveis ações de indenizações que a falta de advertência poderia provocar. O público alvo desse tipo de alerta é a população de até 24 anos. As informações são do site FindLaw.
A FDA vai recomendar ainda que as embalagens devem conter informações de que as pessoas que tomam tais medicamentos devem “ser cuidadosamente monitoradas, especialmente quando se submetem a tratamentos anti-depressivos”.
A medida foi adotada depois que estudo mostraram que o uso dessas drogas podem aumentar a ocorrência de idéias suicidas entre jovens de 18 a 24 anos de idade. O estudo foi feito com 372 análises em 100 mil pacientes usuários de 11 anti-depressivos, como por exemplo Lexapro, Zoloft, Prozac e Paxil.
Só no ano passado foram emitidas 190 milhões de receitas para anti-depressivos nos EUA.
Revista Consultor Jurídico, 13 de dezembro de 2006
Fonte:www.conjur.com
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