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Você é a pessoa que você cria...
Você é o criador da maior obra do universo, sua vida. A única pessoa que pode dar a sua forma final é você mesmo. O ruim é quando você simplesmente mantém o que eles fizeram.
por Roberto Shinyashiki
Você é o criador da maior obra do universo, sua vida. A única pessoa que pode dar a sua forma final é você mesmo. No passado, seus pais o criaram com a ajuda de avós, professores e todo o contexto que foi sua infância. Eles o criaram do jeito deles, e fizeram o melhor que puderam. O ruim é quando você simplesmente mantém o que eles fizeram.
A maioria das pessoas é escrava do passado. Vive como se as situações e soluções do passado se repetissem todos os dias, e não se transforma como deveria.
Uma pergunta para pensar:
— Você seria diferente se tivesse tido outros pais ou outra infância?
Provavelmente, você dirá:
— Sim, Roberto, se eu tivesse tido um pai mais compreensivo, seria uma pessoa mais relaxada. Se tivesse tido uma infância mais tranqüila, poderia estar vivendo em paz.
Sabe o que significa essa resposta? Que você ainda não conseguiu se libertar do seu passado. Está na hora de você ser você e dar um basta aos relacionamentos antigos, da infância, da adolescência, da juventude. Você tem de ser você, independentemente de seus pais e de sua infância. Se você não foi amado, procure um jeito de encontrar amor. Se você era inseguro, descubra a coragem dentro de si. Não deixe que o passado defina sua vida!
Aliás, não permita nem que o presente defina sua vida. Pessoas milionárias podem ficar pobres e pessoas pobres podem virar milionárias. Você pode estar vivendo um grande amor, acomodar-se e ficar sozinho. O presente não decide sua vida. O que decide sua vida é seu comprometimento com seus projetos de vida.
Nesse momento, você pode estar abrindo mão de muitos de seus sonhos. E a grande pergunta é: “Quais desses sonhos farão falta?”
"A criação de si próprio é o melhor combustível de sua evolução. É a melhor vacina contra a acomodação"
Boa parte das pessoas vive abrindo mão de sonhos. Quer ver se isso está acontecendo com você? Faça uma lista dos sonhos de sua juventude e escreva todos
num papel. Agora quero que você analise essa lista. Quais desses sonhos efetivamente estão fazendo falta para você? Depois que tiver a resposta, corra atrás desses sonhos porque certamente são eles que darão significado à sua vida.
Talvez um de seus maiores sonhos tenha sido viver um casamento gratificante, um relacionamento em que os dois pudessem crescer, mas hoje você está sozinho. O que é preciso fazer para que daqui a vinte anos você não se arrependa, de novo, de ter deixado esse sonho para trás?
Muitas pessoas se orgulham de sua capacidade de abrir uma empresa ou escrever um poema, mas se esquecem de criar a si próprias com o mesmo cuidado que colocam em suas metas. São pais que querem que os filhos realizem projetos que eles não conseguiram e que não percebem que a única pessoa que realmente podemos criar somos nós mesmos. Você é a pessoa que você cria... Se não está gostando do resultado, mude! Seu crescimento lhe dará energia para continuar a percorrer o caminho e ser o grande artista da sua vida.
Fonte:www.vyaestelar.com.br
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O papel que tenho assumido na minha relação me satisfaz?
São várias as razões que aproximam as pessoas e tantas outras para que permaneçam juntas"
por Angelina Garcia
Nada que beirasse à grosseria dos últimos tempos; embora gentil, atencioso, nem quando namoravam. Nos curtos passeios de carro, era comum vê-lo tatear pelas rádios para atender ao próprio gosto. Ela ficava quieta. Também nunca o viu se esforçando em alongar uma conversa com qualquer de suas amigas, ao encontrá-las por acaso; mas quando se tratava de um dos amigos dele, aí, sim, ela ficava ali tentando entrar naquela conversa interminável. Sua irmã chegou a comentar:
- O André só pensa nele.
Cristina estava apaixonada demais para se importar com esses detalhes. Bobagem, com o tempo ele vai mudando, pensava.
Pois mudara. Agora mal respondia ao cumprimento das amigas que vinham visitá-la, enfiava-se no quarto até que elas fossem embora. O controle da TV substituiu os botões do rádio; entrava na sala e trocava de canal, estivesse quem estivesse apreciando um programa.
- É o jeitão dele, não faz por mal.
Já não tinha tanta certeza, ao perceber que do marido lhe restaram as mazelas do
dia-a-dia e a rabugice; enquanto as risadas, as conversas animadas, um evento agradável, só com os seus escolhidos. Fazendo troça de tudo o que ela dizia, ou mesmo destratando-a na frente das pessoas, estava sempre a constrangê-la.
Ela queria manter seu casamento, mas sentia-se confusa, angustiada. Admitia a sua participação na criação do papel que veio assumindo em tantos anos de relacionamento, até que a situação chegasse ao insuportável.
"São várias as razões que aproximam as pessoas e tantas outras para que permaneçam juntas"
São várias as razões que aproximam as pessoas e tantas outras para que permaneçam juntas. Cada um tem a sua. Somos capazes de reconhecer a utopia de uma relação ideal, perfeita, da mesma forma como sabemos que mantê-la saudável exige um empenho constante, incluindo concessões cujo limite pode ser dado apenas pelos envolvidos. Alguém de fora pode achar absurdo que eu aceite esta ou aquela situação, mas só eu posso medir meus ganhos e perdas em permiti-la.
Não é fácil identificar o próprio limite e manter-se fiel a ele; algumas vezes o ultrapassamos sem perceber, ou até mesmo por opção. Existem ocasiões em que pensamos "é só desta vez", quando nos damos conta, a coisa foi longe demais. Tão longe, que se torna urgente, como no caso de Cristina, a revisão dos nossos limites no contato com o outro.
É quase certo que iremos encontrar uma reação adversa, mesmo porque esse outro, além de não saber o que está acontecendo comigo (porque eu não lhe disse, não lhe mostrei, ou porque não se interessa), sente-se confortável naquela situação. Assim, apenas no cotidiano poderemos descobrir como nos colocar no lugar que queremos para nós, às vezes sendo mais contundente no querer, no dizer, no fazer, outras vezes mais maleável.
Nessa tarefa, além do afeto necessário a nós mesmos, para que possamos lidar com a raiva, a mágoa, a culpa, é fundamental pensarmos, também com afeto, nas necessidades do outro, que, acostumado a um padrão de comportamento, poderá levar tempo para perceber que é possível transformá-lo a favor de uma relação mais prazerosa. Pode ocorrer ainda que, por mais que façamos, ele se negue a isto. Estaremos de novo frente a uma escolha.
Angelina Garcia é psicóloga |
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Você se acha tímido? Pode ser só sua imaginação
O que está por detrás da timidez é o excesso de importância que o tímido se atribui, quando - na maioria das vezes - ninguém está sequer o percebendo
Por Luiz Alberto Py
Timidez não é doença, mas sintoma. Sintoma é aquilo que permite que uma pessoa perceba que está doente. Por exemplo, febre é um sintoma que, aliás, pode corresponder a centenas de diferentes doenças. Trata-se de uma condição que nos permite saber da existência de uma doença em atividade, que pode ser desde uma gripe comum até graves infecções. Dor de cabeça também é sintoma de doença e não doença propriamente dita. Da mesma forma, a timidez consiste na manifestação de uma dificuldade emocional, mas não é a própria dificuldade em si, apesar dos problemas sofridos por quem é tímido.
O que está por detrás da timidez é o excesso de importância que o tímido se atribui - ele se sente como se estivesse sendo alvo da atenção das pessoas, quando - na maioria das vezes - ninguém está sequer o percebendo. O caso mais intenso de timidez de que tive notícia foi o de uma jovem que não conseguia tocar a campainha para o ônibus parar. Ela sentia-se como se estivesse incomodando todos os passageiros ao obrigar o ônibus a parar só para ela. Por isso, tinha que esperar que alguém quisesse descer e só então ela podia saltar junto com a outra pessoa. Seu receio consistia em ser alvo da irritação, e mesmo do ódio, dos outros passageiros e do motorista.
Uma interessante descrição do processo mental dos tímidos encontra-se no poema "The Love Song of J. Alfred Prufrock" (A canção de amor de J Alfred Prufrock) de T.S.Elliot, a longa fala de uma personagem que chega a dizer: "Ousarei comer um pêssego? Ousarei perturbar o universo?" Mostrando que para algumas pessoas pequenos gestos são sentidos como possivelmente catastróficos, o que as leva a terem uma atitude tímida e receosa.
A timidez pode ser enfrentada com sucesso quando sua causa está relacionada a problemas neuróticos, ou seja, a mal-entendidos desenvolvidos a partir da infância do indivíduo. A diminuição da timidez depende de um esforço do indivíduo no sentido de melhor compreender sua dinâmica emocional, em outras palavras: como funciona sua mente. Depende também da pessoa se habituar a novas situações, que tendem a ser intimidantes. Situações desconhecidas geralmente assustam, amedrontam. Para melhor entender a dinâmica da timidez, vale a pena notar que o verbo intimidar, mostra uma íntima relação que existe entre timidez e medo. O tímido é um atemorizado. Seu medo é, principalmente, dos sentimentos negativos, especialmente o ódio, que outras pessoas possam manifestar contra sua pessoa. Compreender que tais situações existem na imaginação e não na realidade ajuda o tímido da superar sua dificuldade. Familiarizar-se com situações novas ou pouco comuns na vida também ajuda na superação da timidez.
Uma psicoterapia conduzida por profissional competente pode surtir bons resultados, o que não exclui que o tímido possa melhorar com a ajuda de algum livro de boa qualidade e por seu próprio esforço. Mas convém lembrar que tudo pode ser aprendido com menos desgaste quando se tem a ajuda de um professor qualificado. Isto serve não apenas para combater a timidez, mas também para aprender a nadar, fazer ginástica, aprender uma língua estrangeira, e assim por diante.
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Hábitos saudáveis prolongam vida em até 15 anos
Pequenas mudanças e hábitos saudáveis podem de forma clara, concreta e contundente, fazer uma diferença brutal para que você consiga ter uma vida produtiva
Por Nuno Cobra
Recentemente foi publicado um estudo da Universidade de Cambridge comprovando que hábitos como comer frutas, verduras e fazer atividade física prolongam a vida em até 15 anos.
Sou até mais otimista e acredito que pequenas mudanças e hábitos saudáveis podem de forma clara, concreta e contundente, fazer uma diferença brutal para que você consiga ter uma vida produtiva durante mais quinze anos.
É uma questão apenas de querer saber o que você quer fazer da sua vida e como você quer se encontrar com o futuro. Existem pessoas com 40 anos completamente deterioradas em sua saúde geral e outras entre 70 e 80 anos em completa juventude; graças aos seus hábitos sadios.
Digo isso porque dedico há mais de 40 anos ao processo de fazer as pessoas se redescobrirem para a vida extraindo o seu melhor.
No entanto, outras pessoas não se emocionam o suficiente para dar um basta na sua vida decadente repleta de trabalho e compromissos sociais. Elas se esquecem completamente delas.
Realizar essa transformação na sua vida não é difícil e nem complicado. Basta vencer o início, o resto vem em decorrência.
Para se fixar um novo hábito o prazo médio é entre 90 e 120 dias. Depois ele ficará impregnado na sua alma, fazendo definitivamente parte da sua vida, sendo feito naturalmente, sem esforço. Após esse prazo você irá se ‘apaixonar’ por você, irá começar a gostar de você e daí passará a insistir na nova tarefa.
Você pode mudar completamente a sua vida implementando com raça, decisão, inteligência e dedicação algo que lá na frente, além de ser extremamente agradável, irá lhe trazer um retorno garantido de investimento, no que você estiver fazendo na busca de uma vida melhor.
Estou há bem mais de cinqüenta anos praticando e dedicando muitos cuidados ao meu corpo, correndo, fazendo barra fixa e paralela. E se hoje eu faço, é porque gosto. Seria impraticável pensar que alguém possa ter tanta força de vontade assim, à toa. Faço porque é gostoso e gratificante.
Pequenos hábitos, grandes diferenças
- Tenha uma alimentação decente rica em frutas e verduras
- Um prato colorido geralmente é um prato saudável
- Cuidado com aquilo que você vai colocar no recinto sagrado do seu organismo nas refeições. Evite açúcar refinado, farinhas, frituras e gordura saturada
- Mastigue bem a comida, coma com calma e esteja com sua mente presente neste momento sagrado, esqueça os problemas e ‘viaje’ na sua refeição
- Envolva-se com a atividade física através de uma simples caminhada, feita sempre de forma agradável.
- Espreguice mais vezes por dia
- Faça ao menos duas vezes por dia dez respirações profundas e vagorosas
- Busque a cama nas primeiras horas da noite para o merecido repouso, depois de um intenso dia de trabalho
- Não leve a vida tão a serio e obrigue-se a não ter pensamentos improdutivos e preocupações. Assim, com toda certeza, você terá uma vida mais produtiva, plena e longa.
Vale a pena insistir o corpo é seu e ele te acompanhará pelo resto da sua vida e será no futuro o resultado do que você fizer com ele antes.
Qualidade de vida não é chegar aos 80 anos, mas sim chegar aos 80 com produtividade.
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Negociação e administração da mente
Se você quiser ter resultados expressivos nas negociações, defina seus sonhos e objetivos e domine o processo de negociação
José Augusto Wanderley
O sucesso em qualquer negociação, isto é, a obtenção de resultados de qualidade superior, está na dependência de três fatores: domínio do processo de negociação, conhecimento efetivo da realidade externa e competência para se administrar a própria mente.
Processo é o caminho que se percorre do início até o final e é a espinha dorsal de qualquer negociação. Compreende três momentos: preparação, reunião de negociação e controle/avaliação. A maioria das negociações é ganha ou perdida de acordo com a qualidade da preparação. Uma coisa é certa, quem não leva a sério a preparação de uma negociação está se preparando para o fracasso. Portanto, é fundamental se ter consciência da importância da preparação e não cair na armadilha das desculpas como não tive tempo e outras do mesmo gênero.
O paradoxo é que quem alega que não tem tempo para se preparar, acaba tendo que encontrar tempo para o retrabalho, ou seja, para a correção dos erros cometidos em negociações mal feitas. Continua sendo melhor prevenir do que remediar. Uma boa preparação deve começar por uma boa avaliação ou interpretação da situação e esta é principal razão do sucesso de Warren Buffet: "Se você não é capaz de avaliar o seu negócio melhor do que o mercado, você não é do ramo".
Devemos também ter presente que vivemos num mundo probabilístico, ambíguo e cheio de incertezas. Assim, é boa prática considerar três cenários: otimista, realista ou mais provável e o pessimista pois, crer você acredite ou não, a Lei de Murphy existe. Além disto, devemos considerar estratégias, táticas, concessões e impasses. De qualquer forma, é sempre preciso ter presente que a negociação só acaba quando o acordo foi cumprido e não quando foi formalizado. Existem aqueles que usam as táticas da situação de fato. Prometem uma coisa e fazem outra.
O segundo ponto relevante para se chegar à excelência numa negociação é o conhecimento efetivo da realidade externa, importando em dois vetores: o conhecimento do negócio e o das pessoas envolvidas na negociação. Quem não conhece o seu negócio é como alguém que anda de táxi numa cidade estrangeira, sem falar o idioma do país. O conhecimentos das pessoas com quem se está negociando importa em suas características e padrões comportamentais, conjunto de interesses, bem como os respectivos níveis de autoridade. Sempre saiba a autoridade da pessoa com quem você está negociando.
Finalmente, o terceiro e mais importante fator de sucesso numa negociação é a competência para se administrar a própria mente, pois sem isso não se tem acesso aos próprios recursos, sobretudo nas situações de tensão, estresse e adversidades. Podem acontecer vários dificultadores que vão do "apagão emocional" ou "deu um branco", até às reações intempestivas, a "la Zidane", que botam tudo a perder, quando se tem o jogo na mão. Isso sem falar nos vários tipos de medo como fracasso, rejeição e até mesmo do sucesso.
A administração da mente tem como ponto de partida o conhecimento da relação mente/corpo. É aí que surge o SRRED de uma pessoa, que é um importante fator de diferenciação. Ou seja, sono, respiração, relaxamento, exercícios e dieta, que importam numa longa história para se contar, inclusive, com a necessidade de desmistificação de uma série de equívocos. Mas vamos a outros dois pontos extremamente relevantes, e que tratam da administração da mente, propriamente dita.
A boa administração da mente tem como um dos seus fundamentos a consciência da importância de nossos decisões e de nossa responsabilidade sobre elas. Tudo o que somos hoje é fruto das decisões que tomamos no passado e o que seremos amanhã é fruto das decisões que estamos tomando atualmente. Ou no dizer de Jean Paul Sartre: " Não importa o que fizeram de mim. O que importa é o que eu faço com o que fizeram de mim". Existem cinco categorias de decisão que são fundamentais: em que prestar a atenção, a qualidade dos diálogos internos, que significado dar às coisas, que crenças devemos ter e o que fazer para obter resultados.
De acordo com a Lei da Atenção Concentrada, quando uma pessoa foca a sua atenção numa idéia, esta se concretiza por si mesma. Cabe então ficar consciente de nossos diálogos internos. Existem dois padrões típicos. O primeiro é de lamentação, recriminação, justificação, busca de pontos fracos e culpados. O segundo é o da busca de soluções e resultados, aceitação da realidade, sem conformismo, e perguntas inteligentes para se mudar o foco de atenção e eliciar recursos internos. O padrão que se segue faz a diferença da água para o vinho. Cabe ainda citar o psicólogo esportivo Rod Gilbert: "Perdedores visualizam as penalidades do fracasso e os vencedores visualizam as recompensas do sucesso".
Três operários estavam fazendo uma mesma obra e foram perguntados sobre o que estavam fazendo. O primeiro respondeu que estava assentando pedras. O segundo que estava fazendo uma escada. O terceiro que estava construindo uma catedral. Saber escolher significados fortalecedores para tudo o que se faz na vida, faz uma grande diferença.
Um outro ponto relevante é o que trata das crenças que, inclusive, afetam o nosso sistema imunológico. Crença é um comando hipnótico que você dá para você mesmo. Um levantador de peso, capaz de levantar duzentos quilos, pode ficar incapaz de levantar uma agulha, quando em estado de transe, recebe um comando neste sentido. Portanto, é fundamental identificar e se desiponitizar das falsas convicções e crenças, para que se possa agir com a máxima efetividade, pois em última instância, são as nossas ações que indicam a direção em que estamos indo e os resultados que vamos obter. E, em negociação, tudo o que fazemos está vinculado ao processo de negociação.
Assim, se você quiser ter resultados expressivos nas negociações, defina seus sonhos e objetivos e domine o processo de negociação, procure ter conhecimento efetivo da realidade externa e desenvolva sua competência para administrar a sua mente. Mas saber tudo isto apenas não basta, pois em verdade, não é quem sabe que faz a hora, mas sim quem sabe fazer. É isso que faz a diferença entre vencedores e perdedores.
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Fonte: www.emprendendor.com.br
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A química do networking. Para aumentar sua rede de contatos, fuja dos amigos nos encontros profissionais
Um estudo feito por professores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, sobre os encontros promovidos para que as pessoas aumentem sua rede de contatos.
Por Fabiana Corrêa
Segundo os professores Paul Ingram e Michael Morris, professores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos há algumas maneiras de ser bem-sucedido nesses eventos. Encontros de associações de classe, seminários patrocinados por grandes empresas, encontros de ex-alunos, não importa, levar pessoas conhecidas nessas ocasiões reduz as chances de fazer bons contatos. Aproximar-se de pessoas já conhecidas também tem o mesmo efeito. Nos dois casos, o motivo é o mesmo. Quando há a possibilidade de se ligar a alguém já conhecido, é comum fazer menos esforço e optar pelo que é mais confortável. Outra coisa: um fenômeno conhecido como homofilia, a tendência de nos agruparmos com os semelhantes - em termos de sexo, raça, educação, origem e carreira sugere que, naturalmente, os participantes dessas reuniões não irão se misturar tanto quanto poderiam.
Os dois professores agendaram um encontro para os alunos de quatro turmas de MBA. Em uma sexta-feira, depois do trabalho, cerca de 100 pessoas, entre gerentes, empresários, consultores e banqueiros - estavam em uma recepção regada a canapés, vinho e cerveja. Para ter uma idéia precisa de quantas pessoas cada um dos convidados se relacionou, eles deram uma espécie de chip a cada um para "rastrear" os encontros. Eles marcaram também o número de convidados que cada um já conhecia. Em média, os executivos já tinham alguma aproximação com um terço dos outros colegas. Os outros dois terços eram desconhecidos. E 95% deles afirmou estar lá para conhecer gente nova. Segundo os professores, a maioria das pessoas estava fortemente disposta a fazer novas conexões que auxiliassem suas carreiras.
No final do evento, a média de encontros que cada um teve foi de 14 pessoas mas, não tão bom assim, os já conhecidos representaram metade desse total. Uma das explicação é que é realmente desafiador conversar com gente desconhecida. Se você fica próximo aos amigos, já sabe do que pode falar, conhece as piadas, sente-se mais confortável. Não é que os profissionais não façam novos contatos, apenas que fazem menos do que poderiam. O experimento mostrou também que, no início da noite, as pessoas se aproximaram dos iguais - em algum aspecto - e, mais para o final, quebraram algumas barreiras e procuraram pessoas diferentes de si mesmos.
Fonte www.vocesa |
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Aproveite bem o seu dia
Para ganhar mais tempo e curtir a família, os amigos e bons momentos de lazer é preciso muita organização.
Por Renata Avediani
"Quem não planeja, planeja falhar", afirma Paulo Kretly, presidente da FranklinCovey no Brasil - especializada em gerenciamento de tempo. O fundamental, segundo Paulo, é programar suas atividades, para não ser pego de surpresa pelos contratempos.
Conheça os mandamentos para um bom planejamento, segundo Paulo:
- Dedique de cinco a dez minutos por dia, antes de começar a trabalhar, para definir suas prioridades. Se você tem facilidade com aparelhos tecnológicos, opte por handhelds ou programas de gerenciamentos de atividades (como os recursos disponíveis no outlook), mas caso sinta-se mais confortável, vale usar uma folha, agenda ou bloquinho de papel;
- Uma vez por semana selecione três ou quatro tarefas essências que você deve realizar naquela semana. "Se houver algum problema e não cumprir seu planejamento diário, ao menos terá realizado aquelas selecionadas", diz Paulo;
- Ao definir as prioridades do dia, nunca liste mais do que sete atividades para o mesmo dia, pois a probabilidade de você não conseguir realizar toda é muito grande. "Chegar ao final do dia sem ter realizado todas as atividades às quais você se propôs gera muita angústia e insatisfação", comenta Paulo;
- Comece e termine suas tarefas. "Pior do que não começar alguma coisa é começar e não terminar, porque você já gastou tempo, dinheiro e talento naquilo", alerta;
Fonte: www.espm.br |
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Como equilibrar vida pessoal e carreira
Esta questão tem sido muito discutida nos últimos anos e não apenas no Brasil.
Por Adriana Gomes.
Após mudanças significativas ocorridas no cenário mundial desde a década de 80, seja nas questões sociais, política, econômica, nas telecomunicações, essas mudanças atingiram o mercado de trabalho.
Na década de 90 ouvimos falar com freqüência do “workaholic”, ou o viciado em trabalho. Pessoas com compulsão pelo trabalho, sempre existiram, entretanto, houve nesse período um incremento estimulado pelo aumento da competitividade, pelo desejo da manutenção do emprego, pela necessidade de aumentar os ganhos financeiros, para demonstrar emprenho e comprometimento, e escamotear problemas e dificuldades pessoais entre outros. Afinal de contas, uma pessoa com esse perfil dificilmente consegue desenvolver algum outro interesse que não seja o trabalho e essa atitude acaba por colocar em risco relações familiares e sociais (pais, esposa, namorada, filhos, amigos).
Com o passar do tempo, esse comportamento começou a ser mal visto inclusive pelos próprios empregadores, pois o rendimento dessas pessoas tende a diminuir. No início, pode-se obter um resultado excelente, mas não é duradouro trazendo, em médio prazo, mais prejuízo do que ganhos á essas pessoas e aos seus pares. Dentre os malefícios, podemos citar, o stress, mau humor, pressão alta e até depressão, redução dos seus vínculos sociais, falta de interesse por qualquer outro assunto que não seja trabalho, redução de atividades físicas, conseqüentemente, se afastando e sendo excluído de outros contatos que não sejam os profissionais, reduzindo sensivelmente sua qualidade de vida.
Em função disso, no final da década de 90, iniciou-se um movimento global pela busca da qualidade de vida, envolvendo não apenas as questões relacionadas à saúde e segurança no trabalho, mas também à motivação, satisfação, maior participação do trabalhador nos processos de gestão da empresa, visando humanizar mais o ambiente profissional Atualmente, e principalmente em empresas com uma visão mais abrangente do significado das pessoas para o resultado da organização, os trabalhadores são vistos como sujeitos, estando sua realização calcada no desenvolvimento e aprofundamento de suas potencialidades.
Entretanto, mais do que deixar a cargo da empresa o gerenciamento das condições e melhorias no trabalho, a pessoa, precisa não apenas embarcar em mais uma tendência, mas acima de tudo começar a se dar conta sobre quais são os elementos e fatores que possam, de fato, propiciar melhor qualidade de vida. É preciso, antes de tudo, tomar consciência do que significa qualidade de vida para cada um, pois podemos encontrar definições na OMS - Organização Mundial da Saúde, no (PIACT) Programa Internacional para o Melhoramento das Condições e dos Ambientes de Trabalho , na (OIT)- Organização Internacional do Trabalho, mas o que representa melhor qualidade de vida para você?
Algumas empresas fazem compras de supermercado para seus colaboradores, transportam seus filhos para a escola, disponibilizam academias de ginástica no local de trabalho, permitindo, ou melhor, facilitando com que eles permaneçam mais tempo no trabalho e alegam estarem melhorando a qualidade de vida de seus funcionários.
Será mesmo?
Somente um trabalho de autoconhecimento pode trazer a consciência o que cada pessoa entende sobre o que é Melhor Qualidade de Vida. Na minha opinião é ter mais tempo livre fora do trabalho para fazer o que se deseja. Num artigo da Harvard Business Review, tratando sobre equilíbrio entre trabalho e vida pessoal há uma proposta bastante interessante em que os autores propõem que os gerentes não considerem mais vida a pessoal como concorrente da vida profissional, mas que sejam complementares. Um novo modelo de gestão possibilitaria melhor aproveitamento das potencialidades dos seus colaboradores, trazendo para dentro da empresa competências que ele possua e pelo que se interessa fora do trabalho.
Segundo os autores, há algumas condições necessárias para que o líder consiga obter o máximo dos seus colaboradores, criando um círculo virtuoso, pois eles se sentirão mais comprometidos com a organização, com a confiança, com a lealdade e a energia que investem no trabalho redobrada, são elas:
- Informar claramente a seus empregados sobre as prioridades dos negócios e encorajá-los a serem igualmente claros sobre suas prioridades pessoais.
- Reconhecer e dar suporte a seus empregados não apenas tomando conhecimento como também celebrando seus papéis fora do escritório.
- Experimentar continuamente a forma como o trabalho é realizado buscando abordagens que favoreçam o desempenho da organização e permitam que os empregados persigam suas metas pessoais.
A gestão, de pessoas deu um salto qualitativo muito grande nos últimos anos, mas ainda, talvez por esbarrar em questões de ordem prática, como a legislação, e outras que eu precisaria me debruçar mais para descrever com mais propriedade, ainda não conseguiu perceber que as pessoas são diferentes, que possuem motivações diferentes, valores diferentes e que necessitam de tratamento diferenciado para sentirem-se valorizadas, reconhecidas, estimuladas, desafiadas e que, portanto entendem por qualidade de vida estímulos diferentes.
Desta maneira, para gerenciar a carreira sem perder de vista a chamada “qualidade de vida” são necessárias algumas medidas:
1. Tomar consciência sobre quais são os fatores e condições que você entende como melhoria para sua vida, para isso um processo de autoconhecimento é bastante útil, sendo possível realizá-lo através do trabalho com um Orientador de Carreira ou um processo psicoterapêutico.
2. Equilibrar, da melhor maneira possível, as várias esferas da sua vida G profissional, pessoal, social e familiar.
3. Administrar seus compromissos e obrigações de maneira que consiga ter tempo livre fora do trabalho, que não seja para investir em atividades que estejam relacionadas ao trabalho (academia, caminhada, aulas de dança, artesanato, ler um livro, enfim encontrar tempo para fazer alguma atividade prazerosa).
4. Dentro da sua empresa, buscar aplicar as competências em que mais se destaca naturalmente, tornando o seu trabalho mais interessante, satisfatório e produtivo.
Fonte: Adriana Gomes. : Mestre em Psicologia, pós-graduada em Psicologia Clínica, psicóloga de formação. Responsável pelo site www.vidaecarreira.com.br
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O entusiasmo do empreendedor
O entusiasmo para empreender tem sua origem na percepção de que somos máquinas transformadoras de sonhos em realidades
Por Eugênio Mussak
O filósofo e matemático inglês Bertrand Russel gostava de contar uma história que envolvia duas máquinas. Ambas serviam para fabricar salsichas, e eram iguais em suas peças e componentes, mas, com o tempo mostraram-se diferentes no entusiasmo para transformar porcos em salsichas.
Uma delas sabia que sua missão era produzir salsichas e que, para tanto, dependia de receber a carne que seria transformada, por isso, respeitava e interessava-se pelo porco que a fornecia. A outra dizia: "Que me interessa o porco? Meu próprio mecanismo é bem mais interessante e maravilhoso do que qualquer porco". Rechaçou então o porco, e passou a investigar apenas o seu próprio interior. Mas, ao ficar desprovida da matéria-prima, seu alimento natural, não só parou de produzir salsichas, como passou a se sentir cada vez mais vazia e estúpida.
Russel comparava essa segunda máquina com um homem que perdeu o entusiasmo. Dizia ele que "a mente humana é uma estranha máquina capaz de combinar de maneira assombrosa os materiais que se lhe oferecem, pois sabe que, sem eles não poderá fazer nada, e o principal dos materiais é o conhecimento".
A diferença entre o homem que empreende e a máquina que produz salsichas, é que o homem precisa, ele mesmo, prover o material necessário ao seu empreendimento. Quando o homem se volta apenas para si mesmo, fica examinando apenas seus interesses pessoais, sem considerar os dos fornecedores de seus insumos e o dos consumidores de seus produtos, acaba como a máquina egoísta: vazio e estúpido.
O entusiasmo para empreender tem sua origem na percepção de que somos máquinas transformadoras de sonhos em realidades. Mas o sucesso dessa transformação não se faz ao acaso, e nunca acontece quando tem como finalidade atender à vaidade ou responder ao desespero.
O vaidoso não prospera porque para ele importa menos produzir, e mais mostrar que está produzindo, e acaba colocando mais energia na aparência do que na busca da excelência. O desesperado, por sua vez, tem, em sua situação, um péssimo conselheiro, pois este é principalmente emocional, portanto míope, e como tal, só consegue ver o presente e não o futuro.
O empreendedor atinge seus objetivos quando se faz acompanhar do preparo necessário e suficiente, e também da certeza de que nada se obtém sem trabalho duro, paciência e persistência. A máquina de salsichas deve ser permanentemente lubrificada, limpa e conservada, até porque, para que ela mesma se pague, terá que produzir tantas salsichas que chegará a esquentar suas engrenagens com tanto trabalho.
Bertrand Russel, que foi laureado com o prêmio Nobel de Literatura em 1950, interessava-se sobremaneira pelas características das pessoas produtivas e felizes, e costumava afirmar que o entusiasmo está sempre presente nessas pessoas. Entretanto, fazia questão de acrescentar que o entusiasmo não deriva do nada, e sim da feliz coincidência de uma energia própria da pessoa, com a boa relação com seu mundo. E nessa relação está incluída a percepção de como podemos interagir melhor com a sociedade, buscando sempre a melhor alternativa para sermos úteis ao maior número possível de pessoas.
A percepção de utilidade entusiasma, e nos transforma em empreendedores de verdade. A melhor combinação é a de uma máquina forte e eficiente, com a melhor matéria-prima e com o melhor sentimento de valor. Trata-se da combinação entre o corpo que trabalha, a mente que planeja, o coração que se apaixona, e o espírito que busca deixar um legado.
Fonte: www.vencer.com.br
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Nove passos para a Criatividade Máxima
Ser criativo é importante para todos ou apenas para profissionais de determinadas áreas? Se for importante mesmo, como fazer para desenvolver e maximizar o seu potencial criativo?
Por Arthur Diniz
Em primeiro lugar, ser criativo é fundamental. Independente da sua atividade profissional, a criatividade é que vai fazer com você possa resolver problemas, identificar oportunidades e atingir resultados diferenciados. Diante disso, voltamos a segunda pergunta: como e o que fazer?
Para simplificar seu caminho rumo a criatividade, você pode adotar alguns comportamentos no seu dia a dia que certamente vão exercitar e potencializar sua criatividade. Veja abaixo nove dicas simples e práticas:
1. Exercite o cérebro
2. Faça todos os dias a pergunta mágica
3. Evite julgamentos prematuros
4. Descubra seu local criativo
5. Anote todas as idéias
6. Use a diversidade como arma
7. Estabeleça uma meta
8. Arisque-se
9. Medite
Vejamos:
1. Exercite o seu cérebro: Existem diversas maneiras de você exercitar o seu cérebro. Uma das mais divertidas que eu conheço é o desenvolvimento do ambidestrismo. Ambidestrismo é a capacidade de fazer tudo com as duas mãos com a mesma eficiência. Para praticar, tente fazer algumas atividades do dia a dia como escovar os dentes e comer com a sua mão não dominante. Fazer malabarismo também pode ser uma excelente ferramenta. O importante é buscar atividades que exijam muita coordenação e ações simultâneas.
2. Faça todos os dias a pergunta mágica: Essa é uma idéia simples, mas muito eficaz. Para cada atividade do seu dia faça a pergunta: “como é que eu poderia fazer isso de maneira diferente, de forma a maximizar meus resultados?”
3. Evite julgamentos prematuros: O inimigo número um da criatividade é o julgamento prematuro. Durante a fase de geração de novas idéias, evite qualquer tipo de avaliação da praticidade ou eficácia da mesma. Deixe a idéia evoluir. Muitas novidades fantásticas surgiram de idéias aparentemente malucas.
4. Descubra seu local criativo: Você já parou pra pensar aonde e quando você cria mais? Isso pode fazer uma enorme diferença. Que atividade deixa você mais criativo. Algum lugar especial? Eu, pr exemplo, tenho muitas idéias quando estou correndo ou mesmo meditando. E você?
5. Anote todas as idéias: Todos temos idéias todos os dias. O grande problema é que elas se perdem no caminho porque não são anotadas. Quantas vezes você já teve uma grande idéia no caminho para o trabalho e a esqueceu completamente quando chegou lá? Anote, anote, anote...
6. Use a diversidade como arma: Busque sugestões de pessoas diferentes. Trabalhe em grupo. Junte pessoas de diferentes áreas, diferentes origens e diferentes níveis de conhecimento sobre o assunto. Essa complementaridade vai maximizar o processo criativo.
7. Estabeleça uma meta: Uma das formas mais eficazes de criar é estabelecer metas. Estabeleça metas de inovações para tudo. Nos meus cursos sempre me surpreendo com a diferença entre o número de idéias que surgem quando peço o máximo de idéias possível, comparado ao número que vem quando peço pelo menos 10. A cota mínima faz com você vá além, pois se existe a meta, seu cérebro sabe que é possível. Experimente.
8. Arrisque: Correr riscos faz parte do processo criativo. Criar é correr riscos e sair da zona de conforto. Arrisque-se a ter novas idéias, arrisque-se a apresentá-las na sua empresa, arrisque-se a insistir, arrisque-se ...
9. Medite: Deixei por último a ferramenta mais poderosa. Meditar já deixou de ser uma atividade religiosa ou esotérica. Os benefícios da meditação já forma comprovados cientificamente. Para a criatividade, nada pode ser melhor. Nossa mente vive lotada de informações e inutilidades. Quando você medita, você limpa sua mente, abrindo espaço para que as novas idéias surjam e floresçam na sua mente. Bastam vinte minutos por dia pra que você sinta a diferença.
Como você pode ver, são receitas simples e práticas. Parece fácil, e é. O difícil é ter isso como prioridade e não perder o foco na implementação em função das demandas do dia a dia. Esse é o desafio. Se você tiver a disciplina, criatividade não vai ser problema.
Fonte: Arthur Diniz tem MBA pela Columbia Business School , Certificado Internacional de Coaching pela Lambent e pela Erickson College no Canadá, curso de extensão em Coaching Estratégico pela FIA-USP. |
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Sumiço no estacionamento. Carrefour deve restituir caminhonete furtada, diz TJ-DF
Fonte: www.conjur.com.br
O Carrefour foi condenado a pagar R$ 31 mil por danos materiais para um produtor rural que teve a sua caminhonete furtada dentro do estacionamento do hipermercado. A decisão é da 2ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal.
De acordo com os autos, a caminhonete do produtor rural Luiz Alberto Guirau foi furtada em novembro de 2005 dentro do estacionamento interno do hipermercado. Com o cartão do estacionamento e o cupom fiscal das compras feitas, o cliente fez boletim de ocorrência e abriu o processo contra o Carrefour.
Em sua defesa, o Carrefour afirmou que não tem culpa pelo ocorrido e, portanto, não deve ser obrigado a restituir o bem furtado.
Para os desembargadores, a responsabilidade do Carrefour é “indiscutível”. O entendimento obedece à Súmula 130 do Superior Tribunal de Justiça, que sustenta que “a empresa responde perante o cliente pela reparação do dano ou furto de veículos ocorridos em seu estacionamento”.
A condenação abrange o ressarcimento do valor da camionete furtada, com juros e correções. Compreende ainda os valores que o consumidor deixou de ganhar por ter ficado sem o veículo. A Turma manteve ainda a multa diária no valor de R$ 700 em caso de descumprimento da decisão.Processo: 2.006.011.010.033-3
Fonte: www.conjur.com.br
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Plástica mal sucedida. Cirurgião plástico é condenado por não recomendar repouso
Fonte: www.conjur.com.br
Em intervenções cirúrgicas de ordem estética, a responsabilidade do médico é de resultado. Segundo o Código de Defesa do Consumidor, o profissional também tem a obrigação de informar sobre as vantagens e desvantagens que a intervenção envolve, para que o paciente possa se decidir sobre a submissão ao tratamento. Esse foi o entendimento que fundamentou a decisão da 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, que condenou um médico por negligência ao não alertar uma paciente sobre a necessidade de repouso após cirurgia de lipoaspiração abdominal.
De acordo com os autos, a paciente não teve um bom resultado na cirurgia feita em agosto de 2001, embora a técnica utilizada pelo médico tenha sido adequada e bem aplicada. Ela não obteve melhora no local da cirurgia devido à falta de precaução. Decorridos seis meses do procedimento, o inchaço permaneceu. Por isso, recorreu à Justiça.
Em primeira instância, foi fixada indenização por danos morais de R$ 7 mil. O médico apresentou recurso ao TJ gaúcho. Lá, a decisão foi mantida.
A obrigação de resultado inclui também o dever de informar o paciente, “tendo por fundamento o princípio da boa-fé, que se traduz na honestidade e lealdade da relação jurídica”, explicou o desembargador Odone Sanguiné, relator do recurso. Ele ressaltou que os riscos toleráveis são aqueles decorrentes de limitação da técnica científica e do quadro clínico do próprio paciente que de alguma forma influencie no resultado da cirurgia.
Os desembargadores entenderam que o médico não apresentou provas consistentes de que todas as informações necessárias sobre os riscos da cirurgia foram apresentadas. A decisão foi unânime.
Processo: 70016948077- Revista Consultor Jurídico, 30 de março de 2007- Fonte: www.conjur.com.br |
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16ª Câmara Cível não reconhece dano moral em promoção de operadora de celular
Fonte: www.conjur.com.br
Cliente que não conseguiu usufruir vantagens prometidas em campanha de Natal da empresa de telefonia móvel Telet S.A. (Claro) teve negado pedido de indenização. Em entendimento unânime, a 16ª Câmara Cível do TJRS concluiu que os transtornos causados à cliente não tiveram impacto relevante e que não foram comprovados os danos morais. A sentença de 1º Grau favorável à autora da ação foi reformada.
A consumidora adquiriu celular da operadora atraída por promoção que anunciava ligações gratuitas todas as noites pelo período de um ano. Argumentou que nunca obteve sucesso em efetuar ligações nos horários promocionais, atribuindo responsabilidade à incapacidade da empresa ré em suportar a demanda dos serviços ofertados.
Em primeira instância, a Claro foi condenada a pagar indenização de R$ 1 mil a título de danos morais. A empresa recorreu, alegando que em nenhum momento deixou de prestar os serviços adequadamente à consumidora. Defendeu também que não foi apresentada prova dos danos supostamente sofridos.
O Desembargador Ergio Roque Menine, relator, salientou que empresa admitiu que podem ter ocorrido problemas na linha telefônica da cliente durante a noite devido ao congestionamento do sistema. Porém, o magistrado avaliou que o descumprimento do contrato não causou à autora abalo tamanho que justifique indenização. Considerou ainda que a consumidora não apresentou provas dos danos reclamados.
“Não há provas de que a autora tenha suportado prejuízos, decorrentes do lapso temporal em que não pode utilizar o seu telefone celular, capaz de impingir-lhe um dano moral e assim justificar a procedência do pleito indenizatório”, concluiu.
Fonte: TJRS - Proc. 70017010083- Fonte: www.conjur.com.br |
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